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Juninho se diz feliz por salários em dia e confessa que, por tradição, Bota é favorito

Zagueiro do Glorioso acredita que atraso de pagamento pode influenciar no rendimento dos times

GLOBOESPORTE.COM São Paulo



O zagueiro do Botafogo, Juninho, declarou em entrevista ao Arena SporTV que está satisfeito com a diretoria do seu clube e garante que os salários estão sendo pagos rigorosamente na data combinada. O jogador lamentou o problema que atravessa o Flamengo e disse que o atraso do pagamento pode refletir na atuação em campo.



O atleta elogiou o trabalho do treinador Ney Franco e afirmou que a preparação durante o carnaval foi fundamental para a Vitória em cima do Fluminense. Apesar da formação defensiva, com três volantes que o Botafogo utilizou nas semifinais, Juninho acredita que sua equipe foi quem mais criou chances. O zagueiro revelou que o Glorioso entrou em campo decidido a anular o setor mais forte, segundo ele, do Fluminense, o meio-campo.



Juninho lembrou que o time não pode perder o foco por causa do favoritismo, mas confessa que, pela história, o Botafogo é o que possui mais chances de ser campeão. Porém, ele pediu que essa euforia de “já ganhou”, fique somente para os torcedores.

Botafogo x Resende: ingressos para a final da Taça Guanabara estão à venda

Carga total de bilhetes para a partida decisiva é de 68 mil

GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Estão à venda os ingressos para a decisão da Taça Guanabara, entre Botafogo e Resende, que acontece neste domingo, às 16h, no Maracanã. A carga de bilhetes é de 68 mil, que estão disponíveis em sete pontos, das 11h às 17h.

PREÇOS DOS INGRESSOS:

Arquibancada - R$ 30 (R$ 15 meia-entrada) Cadeira inferior - R$ 20 (R$ 10 meia-entrada) Cadeira especial - R$ 120 (R$ 60 meia-entrada)

PONTOS DE VENDA:

General Severiano, Engenhão, sede do Flamengo, sede do Fluminense, sede do São Cristóvão, bilheteria 8 do Maracanã e parque Terra Encantada

Fahel se surpreende com faro de artilheiro



Jogador já balançou a rede adversária em quatro chances com a camisa do Botafogo. Mas só três foram para o volante

Fahel já marcou quatro vezes mas ele só tem três gols


(Crédito: Ricardo Cassiano)
LANCEPRESS!

Autor do gol que garantiu a vitória sobre o Fluminense e a classificação do Botafogo para a final da Taça Guanabara, o volante Fahel disse nesta quinta-feira que está surpreendido com seu lado "artilheiro" neste Estadual. O jogador marcou pela terceira vez pelo Botafogo e, no elenco, está atrás apenas de Maicosuel e Victor Simões, que têm cinco gols cada.

O gol contra o Tricolor, na verdade, deveria ter sido o quarto, já que contra o Bangu ele também foi à rede, mas, posteriormente, o juiz fez a anotação favorecendo Maicosuel, que teria tocado na bola antes que ela entrasse.

- Eu já fiz gols por outros clubes, mas não com tanta frequência. Deus tem me iluminado - disse o cabeça-de-área, em entrevista ao SporTV.

O volante, contratado a pedido do técnico Ney Franco, é um dos destaques da equipe neste começo de temporada. Desde que chegou ao clube sempre teve moral com o treinador, que cogitou, inclusive, dar para ele a braçadeira de capitão - cujo dono é o zagueiro Juninho.

- Ney me dá muita liberdade e tenho aproveitado essa situação. Vim ganhando experiência, principalmente pelos três anos em que passei em Portugal. Estou melhorando meu rendimento e as coisas têm acontecido da melhor forma para mim - disse Fahel, lembrando da época em que atuava no país europeu, de 2005 a 2008 e com passagens por Marítimo, Paços Ferreira e Beira Mar.

Fahel entrou no discurso geral de que o Botafogo conquistou, até aqui, apenas metade do objetivo, que era justamente chegar à decisão da Taça Guanabara. E pregou o conhecido respeito e humildade ao Resende, adversário na final do próximo domingo.

- A preparação para a final tem de ser a mesma que foi feita para a partida contra o Fluminense. Vai ser um jogo muito difícil, mas o Botafogo tem de fazer o seu melhor para sair vitorioso - analisou.

Fahel curte dia de celebridade: 'É o melhor momento da minha carreira'

Volante do Botafogo supera a timidez comemorando o gol contra o Flu, a classificação para a final da Taça Guanabara e a gravidez da mulher

Guilherme Buarque e Clícia Oliveira
Rio de Janeiro



Autor do gol que garantiu o Botafogo na decisão da Taça Guabanara, o volante Fahel viveu um dia de celebridade após a vitória sobre o Fluminense por 1 a 0. Aos 27 anos, o jogador afirma que está vivendo um momento mágico na sua vida.



- Com certeza é o melhor momento da minha carreira. Graças a Deus tive essa oportunidade de vir jogar no Botafogo e agora é dar sequência ao trabalho, sempre buscando o meu melhor - afirmou o volante, que já marcou três vezes neste Campeonato Carioca e ainda teve um gol seu anotado para Maicosuel.

Além da boa fase dentro de campo, o jogador é só alegria na vida pessoal. Na comemoração do gol contra o Fluminense, Fahel fez referência à gravidez da esposa. Entretanto, o curioso é que ele só teve a confirmação da gestação na manhã desta quinta-feira.

- A gente já estava desconfiando. Aí quando eu fiz o gol, resolvi brincar com ela. E só depois veio a notícia. Tudo isso está sendo maravilhoso! - revelou.

Fahel nasceu em Teófilo Otoni, interior de Minas Gerais. Tímido, precisou driblar o seu estilo 'mineirinho' para as muitas entrevistas depois da semifinal.

- Eu gosto de conversar e aos poucos estou tentando ficar mais à vontade dentro do Botafogo. No grupo eu sou amigo de todos, mas não sou da turma das piadinhas.

O jogador chegou ao Botafogo graças à indicação de Ney Franco, com quem foi campeão pelo Ipatinga em 2005. Os dois ainda trabalharam no Atlético-PR, mas a demissão do treinador duas semanas depois impediu uma nova sequência de trabalho. Novamente atuando com o técnico, Fahel diz que sua boa fase se deve muito à confiança depositada pelo comandante no seu futebol.

- Eu o conheço desde os tempos em que eu era das categorias de base do América-MG e ele trabalhava no Cruzeiro. Tenho muita admiração por ele, é uma pessoa sensacional, passa muita confiança aos jogadores e ao mesmo tempo exige o máximo de todos. O mérito dele é saber aproveitar a qualidade de cada jogador - frisou.

Sobre a decisão de domingo, contra o Resende, Fahel fez um alerta.

- Precisamos entrar com a mesma dedicação apresentada no jogo contra o Fluminense. O Resende já mostrou que tem qualidade, mas nosso grupo também é humilde, todos estão focados em ajudar uns aos outros. Tanto que no carnaval ninguém perguntou se haveria folga - finalizou.

Técnico comemora reencontro com Fahel, autor do gol que levou Glorioso à final

Volante trabalhou com Ney Franco no Ipatinga e no Atlético Paranaense antes de chegar ao Botafogo

Gustavo Rotstein
Rio de Janeiro



Mais do que o autor do gol decisivo do Botafogo na vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, Fahel mostra ser um dos homens de confiança de Ney Franco. Embora não tenha começado a temporada como titular, o volante ganhou espaço e passou a ser um dos destaques da equipe. Nenhuma novidade para o treinador, que conhece o jogador de longa data e, por isso, comemora o fato de poder contar novamente com ele, agora no Alvinegro.

- Além de ter marcado esse gol decisivo, o Fahel vem jogando bem. Foi campeão mineiro comigo pelo Ipatinga, em 2005, não deixando o Fred jogar na final. Depois ficou escondido em Portugal, e pedi sua contratação quando estive no Atlético-PR. Mas eu caí logo depois que ele chegou, e acho que não foi utilizado como deveria. Depois, ele teve um bom desempenho pelo Goiás. Quando fomos remontar o Botafogo, o nome do Fahel me veio à cabeça, e fico feliz por ele estar nos ajudando muito - analisou o técnico.

Fahel faz questão de mostrar que o fato de ser um velho conhecido de Ney Franco não significa acomodação.

- Procuro me empenhar todos os dias, pois uma partida é vencida a cada treinamento. Busco dar o meu melhor, e felizmente as coisas estão acontecendo.

Ney Franco ainda espera contar com Victor Simões para a final

Atacante faz tratamento para se recuperar de lesão na coxa esquerda e ficar à disposição do técnico para a decisão com o Resende

Gustavo Rostein Rio de Janeiro

Mesmo desfalcado de seu artilheiro, o Botafogo venceu por 1 a 0 o Fluminense, na última quarta-feira, e garantiu uma vaga na decisão da Taça Guanabara, enfrentando o Resende. No entanto, Victor Simões não foi esquecido por Ney Franco após o clássico. O técnico espera contar com o atacante na final deste domingo.

Victor Simões ainda se recupera de um estiramento na coxa esquerda e tem pouco tempo para trabalhar até a partida contra o Resende. Entretanto, o treinador se diz otimista quanto à recuperação do camisa 9.

- Minha expectativa é de que ele jogue no domingo. Achamos melhor segurá-lo nas duas últimas partidas, pois temos de pensar a temporada inteira. Jogador, fisioterapia e departamento médico têm feito um trabalho sério para que haja a recuperação. Espero que ele ganhe condição de jogo - disse Ney Franco.

Mande sua pergunta para Fahel, autor do gol que levou o Bota à final da Taça GB

Volante alvinegro vai conversar com o comentarista Júnior daqui a pouco, no programa Globo Esporte, e vai responder às perguntas dos internautas

GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro




Autor da cabeçada que colocou o Botafogo na final da Taça Guanabara, o volante Fahel estará daqui a pouquinho no estúdio do Globo Esporte e será entrevistado pelo comentarista Júnior. Com três gols de cabeça na competição, o jogador alvinegro se firma como titular do Glorioso nessa temporada. Ele chegou ao Botafogo esse ano, trazido pelo técnico Ney Franco, que já havia trabalhado com ele no Ipatinga e no Atlético-PR.


Envie suas perguntas para participe@globoesporte.com

Ney destaca dias sem carnaval como decisivos para vitória no clássico

Ney destaca dias sem carnaval como decisivos para vitória no clássico

Técnico ressalta compreensão e comprometimento do grupo nos dias de folia que antecederam partida contra o Fluminense

Gustavo Rotstein Rio de Janeiro




A análise de Ney Franco sobre a vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense não foi baseada apenas em falar sobre o que o Botafogo fez, mas o que deixou de fazer para conquistar o objetivo de chegar à final da Taça Guanabara. O treinador destacou a importância do senso coletivo do grupo, que mesmo na segunda-feira de carnaval treinou em dois períodos e iniciou o regime de concentração em General Severiano.

- É muito difícil trabalhar em pleno carnaval do Rio de Janeiro e manter a equipe concentrada. Quando isso acontece, normalmente os líderes do grupo pedem para que seja tirado um treinamento, mas em momento algum houve isso.

O time esteve sempre muito focado - destacou o técnico. Fahel também reconhece que o grupo do Botafogo precisou se sacrificar num período festivo, mas lembrou que o esforço valeu a pena.

- Abrimos mão de muitas coisas nos últimos dias, inclusive do carnaval, e deu certo. Sabíamos que teríamos dificuldades para vencer o Fluminense, que é uma equipe de qualidade, mas com muito empenho conseguimos o resultado positivo - observou o volante, que marcou o gol da vitória alvinegra na semifinal.

Treinador nega desgaste físico da equipe contra o Flu: 'Não vi esse problema'



Ney Franco afirma que Botafogo resistiu bem ao clássico, embora Maicosuel tenha sentido cãibra
Gustavo Rostein Rio de Janeiro

André Durão /Globo Esporte
Ney Franco orienta Reinaldo durante a partida


Visivelmente desgastado na parte física, o Botafogo sofreu pressão do Fluminense durante parte do segundo tempo na semifinal da Taça Guanabara, na última quarta-feira. Maicosuel, inclusive, precisou deixar o campo por causa de cãibra na panturrilha. Mesmo assim, Ney Franco disse não ter observado qualquer problema físico nos jogadores do Alvinegro, que resistiu e venceu o clássico por 1 a 0, garantindo uma vaga na decisão deste domingo, contra o Resende.


- Tivemos uma sequência de dois clássicos na reta final da Taça Guanabara, e foram jogos fortes. Acho que mostramos um preparo físico muito bom. Não vi esse problema - observou. Ney Franco preferiu destacar o espírito de luta do Botafogo, que conseguiu segurar o placar, mesmo tendo recuado sua marcação no final da partida.


- Muitas vezes uma equipe adota essa postura sem que seja necessariamente uma ordem do técnico. Foi uma vitória da entrega e da humildade. Conseguimos colocar em prática a proposta de neutralizar os principais jogadores do Fluminense - disse.

Leandro Guerreiro exalta bravura do Botafogo



Volante teve deixar o gramado por conta de dores nas panturrilhas

Leandro Guerreiro é sinônimo de entrega


(Crédito: Cléber Mendes)

LANCEPRESS!

Um dos símbolos da raça do time do Botafogo, o volante Leandro Guerreiro exaltou o empenho de seus companheiros na vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, que garantiu o Alvinegro na decisão da Taça Guanabara.


Leandro também foi elogioso ao esquema adotado pelo técnico Ney Franco, que anulou as principais jogadas do Fluminense, minando as qualidades do adversário.


- Nosso objetivo era esse. Marcar muito e explorar os contra-ataques. Se conseguíssemos fazer uma marcação sairíamos vitorosos. O grupo está de parabéns e concentrado para fazer uma grande decisão contra o Resende - disse Guerreiro.

Alessandro: 'Taça Guanabara está engasgada'



Lateral-direito relembra último ano e deseja um novo filme em 2009

(Crédito: Gilvan de Souza)
LANCEPRESS!

Um dos poucos remanescentes da final da Taça Guanabara do ano passado, quando o Botafogo perdeu para o Flamengo por 2 a 1, em uma partida marcada por um arbitragem polêmica, o lateral-direito Alessandro espera virar a página em grande estilo e conquistar o primeiro turno do Carioca deste ano.

Para que a história negativa não se repita, Alessandro conta com o apoio da torcida botafoguense no próximo domingo, na decisão contra o Resende, para levar o caneco para General Severiano.

- Esperamos que a nossa torcida lote o Maracanã, pois este título da Taça Guanabara está engasgado em todos nós. Este título vai valorizar mais o trabalho e dá tranquilidade para disputar o segundo turno.
Mas temos de respeitar o Resende - disse Alessandro.

Quase um ano depois, torcida do Bota reedita 'créu' em vitória sobre o Flu

Botafoguenses repetem comemoração da final da Taça Rio de 2008, mas jogadores ficam fora de provocação ao rival

Gustavo Rotstein
Rio de Janeiro




O placar e o adversário foram os mesmos, e, também por isso, torcedores do Botafogo reeditaram a dança do "créu" ao comemorar a vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, nesta quarta-feira, pela fase semifinal da Taça Guanabara. A última vez que a comemoração havia acontecido foi em 20 de abril de 2008, quando o Alvinegro derrotou o Tricolor na decisão da Taça Rio, com um gol de Renato Silva, também no Maracanã.

No entanto, o "créu" versão 2009 não teve participação dos jogadores, como no ano passado. Desta vez, os atletas comemoraram perto da torcida alvinegra, mas sem qualquer provocação ao adversário. O zagueiro Juninho jogou sua camisa em direção às cadeiras inferiores do estádio.

Quando o árbitro apitou o fim da partida, os jogadores que estavam no banco de reservas invadiram o campo, em uma comemoração típica de título. Mas logo veio o discurso de respeito ao Resende, adversário da final do primeiro turno, neste domingo.

O gol de Fluminense 0 x 1 Botafogo pela semifinal da Taça Guanabara 2009

Reinaldo: 'A equipe toda está de parabéns'

Ney Franco: 'Fluminense tem muita qualidade'

Ney Franco avisa: 'Não vamos dar mole para o Resende'

Depois de muita comemoração, Botafogo prega respeito ao adversário da final da Taça Guanabara

Gustavo Rotstein Rio de Janeiro




A comemoração dos jogadores foi efusiva, mas durou pouco tempo. Logo depois da vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, nesta quarta-feira (assista ao gol no vídeo ao lado), o Botafogo não demorou muito para lembrar que não se pode menosprezar o Resende, adversário da final da Taça Guanabara, neste domingo.

- Não vamos dar mole para o Resende, porque eles podem nos atropelar. Eu já fui campeão estadual com uma equipe pequena e sei que é preciso muito cuidado - afirmou o técnico Ney Franco, ainda à beira do campo.

Reinaldo seguiu a linha do treinador e ressaltou que o Botafogo terá pela frente um adversário de qualidade na decisão da Taça Guanabara.

- O Resende é um adversário forte, e se quisermos vence-lo, precisaremos fazer o mesmo que hoje - disse.

Carnaval em preto e branco no Maracanã: Fogão elimina o Tricolor e está na decisão


Botafogo vence o Fluminense e fica com a vaga na final da Taça Guanabara

Gol único de Fahel, de cabeça, classifica o Alvinegro para enfrentar o Resende, domingo, no Maracanã



Leandro Menezes Rio de Janeiro



A quarta-feira foi de cinzas para o Fluminense e de muita festa para o Botafogo.


O Alvinegro comemorou o seu carnaval de forma atrasada com a vitória por 1 a 0, sobre o Tricolor, nesta noite, no Maracanã, e se classificou para a final da Taça Guanabara. Na disputa pelo título do primeiro turno, o Botafogo enfrentará o Resende, domingo, às 16h, também no Maracanã.


No duelo dos treinadores, Ney Franco levou a melhor sobre René Simões. O esquema 3-6-1 utilizado pelo time alvinegro, com três volantes de marcação, bloqueou a subida dos laterais tricolores. O meio-de-campo ficou muito congestionado e Thiago Neves e Conca não tinham espaço no gramado.



O primeiro tempo começou e logo no minuto um o Fluminense teve uma grande chance para abrir o placar. Everton Santos tocou de cabeça para Thiago Neves.


Ele recebeu livre de marcação, ajeitou o corpo e chutou, mas o zagueiro Emerson se recuperou e tocou a bola para escanteio. Refeito do susto, o Botafogo passou a dominar a partida e perdeu três grandes oportunidades.


Aos sete, Reinaldo aproveitou a sobra de bola na entrada da área e chutou para boa defesa de Fernando Henrique. Dois minutos depois, Alessandro encontrou Maicosuel dentro da área, que finalizou forte para Fernando Henrique salvar novamente.


Aos 11, novamente Reinaldo. Ele girou em cima da defesa tricolor, mas chutou fraco, rasteiro, à direita do gol do Fluminense. Depois disso, a partida teve uma queda na parte técnica com muitos erros de passes. O Fluminense tentava chegar ao gol alvinegro com lançamentos, mas sem êxito. A partir dos 23 minutos, o jogo voltou a ficar movimentado, quando Léo Silva arriscou de longa distância.


Aos 28, Conca dominou a bola e chutou de canhota assustando o goleiro Renan. A resposta alvinegro veio em seguida, aos 29, com Maicosuel driblando dois zagueiro, mas finalizando sem perigo. No minuto seguinte, Everton Santos matou no peito e cruzou de bicicleta. Conca entrou rápido no meio da defesa e cabeceia por cima do travessão.


O Botafogo dominou os cinco minutos finais e quase abriu o placar depois de uma falha bisonha de Mariano. Reinaldo tomou a bola, avançou livre e chutou. Fernando Henrique brilhou novamente e defendeu. Aos 42, não teve jeito. Maicosuel cobrou escanteio e Fahel desviou de cabeça para fazer o primeiro gol do Botafogo na partida.

As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem mudanças e com o Fluminense buscando mais o gol de empate. O Botafogo tentava explorar os contra-ataques, mas sem conseguir. Aos dez minutos, o Tricolor quase empatou. Thiago Neves lançou Leandro Amaral pela direta de ataque. Ele avançou e chutou rasteiro, para boa defesa de Renan. No rebote, ele cabeceou e a bola foi para fora.

Aos 21 minutos, Everton Santos chutou forte e Renan espalmou a bola para escanteio salvando o Botafogo de sofrer o gol de empate. O técnico Ney Franco foi obrigado e mexer duas vezes no time por causa de problemas médicos. Dois jogadores importantes deixaram o gramado de maca: o meia Maicosuel e o volante Leandro Guerreiro. Eles foram substituídos por Lucas Silva e Túlio Souza, respectivamente, em um espaço de seis minutos.

Os últimos dez minutos foram praticamente de ataque do Fluminense contra a defesa do Botafogo. Com Roger, Leandro Bomfim e Tartá em campo, nas vagas de Leandro Amaral, Conca e Diguinho, o time tricolor arriscou com chutes de longa distância, cruzamentos sobre a área, mas nada de a bola entrar. A última chance foi um escanteio e Fernando Henrique foi para a área. A bola sobrou para ele no rebote, mas ele não conseguiu finalizar. A torcida do Botafogo deixou o Maracanã chamando o Fluminense de freguês e comemorando a vaga na final da Taça Guanabara.

Ficha técnica:
FLUMINENSE 0 x 1 BOTAFOGO



Fernando Henrique; Mariano, Luiz Alberto, Edcarlos e Leandro; Fabinho, Diguinho (Tartá), Thiago Neves e Conca (Leandro Bomfim); Everton Santos e Leandro Amaral (Roger).



Renan; Emerson, Juninho e Wellington; Alessandro, Leandro Guerreiro (Túlio Souza), Fahel, Leo Silva (Batista), Maicosuel (Lucas Silva) e Thiaguinho; Reinaldo.



Técnico: René Simões.
Técnico: Ney Franco.



Gols: Fahel, aos 42 minutos do primeiro tempo.



Cartões amarelos: Edcarlos, Fabinho, Diguinho, Tartá, (Fluminense); Léo Silva (Botafogo). Cartão vermelho: não teve



Estádio: Maracanã. Data: 25/02/2009. Árbitro: Péricles Bassols
Auxiliares: Marco Aurélio Pessanha e Jorge Luís Campos.



Renda: R$ 687.929,00
Público pagante: 36.848 Público presente: 39.622



Botafogo busca vaga na final e reconhecimento

'Não seremos apenas defensivos', garante Ney Franco


Treinador defende formação com três zagueiros e três volantes para esta quarta

Ney Franco defende esquema adotado para o clássico desta quarta-feira

(Crédito: Paulo Wrencher)
LANCEPRESS!

Para a partida contra o Fluminense, nesta quarta-feira, no Maracanã, o técnico Ney Fanco, sem poder contar com o artilheiro Victor simões, optou por escalar a equipe com três zagueiros de origem, três volantes e avançar o apoiador Maicosuel para atuar como segundo atacante. No papel, uma equipe muito defensiva, mas o treinador explica que não será bem assim.

- Precisamos acabar com isso no Brasil de só porque um time joga com três zagueiros é defensivo. Com esse esquema, Alessandro e Thiaguinho tem ainda mais liberdade. Sem contar que meus três volantes, que sobem muito bem ao ataque, também terão mais liberdade. Não seremos apenas defensivos - garante.

O capitão Juninho, confirmado para partida desta quarta, também defendeu o esquema adotado por Ney Franco.

- Dizem que quem joga com três zagueiros ou três volantes entra em campo muito fechado. Mas não é bem assim. Vamos com uma proposta de marcação já que o Fluminense tem seu ponto forte nos meias. Vamos marcá-los, sim, mas também chegar ao ataque com velocidade - explicou o zagueiro.

Para a semifinal desta quarta-feira, o Botafogo formará com: Renan; Emerson, Juninho e Wellington; Alessandro, Fahel, Leandro Guerreiro, Léo Silva e Thiaguinho; Maicosuel e Reinaldo.

Desfalque contra o Flu, Victor Simões é presença na concentração do Botafogo

Além do atacante, presidente Maurício Assumpção participa de almoço com jogadores antes do clássico pela semifinal da Taça Guanabara

Gustavo Rotstein Rio de Janeiro

Mesmo fora do clássico contra o Fluminense, Victor Simões não quer saber de ficar longe dos seus companheiros. O atacante, que será desfalque da semifinal da Taça Guanabara por causa de um estiramento na coxa esquerda, fez questão de permanecer na concentração de General Severiano durante grande parte desta quarta-feira, vivendo também o clima decisivo.

Victor Simões esteve no CT do Botafogo durante a manhã para dar continuidade ao seu tratamento e aproveitou para almoçar com o restante do grupo na concentração, como forma de dar mais um apoio aos jogadores que enfrentam o Fluminense por uma vaga na final do primeiro turno do Campeonato Carioca.

Outra presença no almoço foi o presidente Maurício Assumpção, que transmitiu aos jogadores o seu otimismo em relação a uma vitória do Botafogo sobre o rival nesta quarta-feira.

Maicosuel tranquilo com a nova função




Meia diz já ter jogado mais adiantado pelo Paraná e não prevê dificuldade contra o Fluminense

Thiago Lavinas Rio de Janeiro


Agência/Lancepress
Maicosuel vai jogar mais adiantado contra o Flu


Com a lesão muscular de Victor Simões, o técnico Ney Franco optou escalar o meia Maicosuel mais adiantado ao lado de Reinaldo no clássico contra o Fluminense, nesta quarta-feira, no Maracanã, pela semifinal da Taça Guanabara.


O jogador teve pouco tempo para treinar na nova função, mas garante que não terá dificuldades em campo. Afinal, não vai ser uma novidade na carreira.


- Já fiz esse papel no Paraná. Será como eu jogava lá. Quase um segundo atacante, mas ajudando também na marcação. E o Leo Silva também chega no apoio para nos ajudar na frente - disse.


Com cinco gols na temporada, Maicosuel espera uma partida muito competitiva. E aposta que uma jogada individual deve decidir o vencedor.


- São dois times muito parecidos. Acho que a individualidade pode fazer a diferença neste clássico. No ano passado, o Botafogo eliminou o Fluminense nos dois turnos do Campeonato Carioca.


Na semifinal da Taça Guanabara, vitória alvinegra por 2 a 0. E na decisão da Taça Rio, novo triunfo do Botafogo, desta vez por 1 a 0. Nos últimos dez confrontos entre os clubes, o Botafogo venceu cinco, aconteceram quatro empates e o Fluminense só ganhou um.

Unimed responde ao temor alvinegro de uma 'influência' na decisão da Taça GB

Patrocinadora do Fluminense ressalta lisura de sua participação no esporte brasileiro e esclarece independência de suas cooperativas em todo o país

GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Botafoguenses temem interferência de patrocinador do Flu na final da Taça GB

A preocupação de conselheiros do Botafogo em relação a uma possível final entre Fluminense e Resende, equipes patrocinadas pela Unimed, que assim teria interesses comerciais se as duas equipes disputasse o título da Taça Guanabara, fez com que a empresa se pronunciasse oficialmente nesta quarta-feira, quando alvinegros e tricolores se enfrentam às 21h50m, no Maracanã, em busca de uma vaga na decisão do primeiro turno do Campeonato Carioca.

Confira a resposta da empresa

"O Fluminense é patrocinado pela Unimed Rio, enquanto o Resende tem patrocínio da Unimed Resende. Ambas as empresas pertencem ao mesmo sistema, que é a Unimed, mas têm presidentes, estrutura, administração e gestão diferentes.

"A Unimed é uma cooperativa que está ligada a um único município ou a um grupo de municípios. Cada cooperativa tem autonomia para patrocinar um esporte, não necessariamente o futebol, mas sim aquele que for mais forte e representativo na sua região.

"A Unimed patrocina de mais de 20 times em todo o Brasil, em esportes como futebol, basquete e vôlei. A suposição de que haveria interesse numa final entre clubes apoiados pela Unimed não procede e não corresponde aos objetivos de uma organização que se pauta pela ética e que investe no fortalecimento do esporte nacional".

Maicosuel: 'Viemos comendo pelas beiradas'



Porém, meia do Botafogo lembra que equipe ainda não conquistou nada

Maicosuel lembrou que, no início do Carioca, ninguém apostava no Bota


(Crédito: Paulo Sérgio)

LANCEPRESS!


No começo da temporada, o Botafogo, recheado de jogadores novos e alguns pouco conhecidos, não era apontado como favorito ao título da Taça Guanabara. Segundo o apoiador Maicosuel, isso não incomodou o grupo alvinegro e até ajudou a equipe a chegar onde chegou.


- Chegamos até aqui comendo pelas beiradas. Ninguém falava muito do Botafogo. E isso foi até bom pois tivemos tranquilidade para trabalhar, sem muita gente de olho - disse.
Porém, a camisa 10 alvinegro lembra que a equipe não pode parar e vai com tudo para a semifinal contra o Fluminense.


- Não conquistamos nada ainda. Precisamos vencer o Fluminense e depois buscar o título. Estamos no caminho certo, mas não podemos parar agora - concluiu.

Maicosuel: 'Queremos ser é um pedregulho para o Fluminense'



Meia brinca com Thiago Neves e diz que escrita alvinegra vai continuar

Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Editoria de Arte/Globo Esporte
Maicosuel responde à cutucada de Thiago Neves


Camisa 10 do Fluminense, Thiago Neves está disposto a acabar com um incômodo jejum no clássico. Não é à toa que o meia tricolor disse que o Botafogo vem sendo 'uma pedra no sapato dos tricolores'. No ano passado, o Botafogo eliminou o Fluminense nos dois turnos do Campeonato Carioca. Na semifinal da Taça Guanabara, vitória alvinegra por 2 a 0.


E na decisão da Taça Rio, novo triunfo do Botafogo, desta vez por 1 a 0. Nos últimos dez confrontos entre os clubes, o Botafogo venceu cinco, aconteceram quatro empates e o Fluminense só ganhou um. Mas se depender de Maicosuel não será nesta quarta-feira de Cinzas, no Maracanã, pela semifinal da Taça Guanabara que a história recente do duelo vai começar a mudar.


Ao saber da declaração de Thiago Neves, o meia alvinegro brincou. - Pedra no sapato? Queremos ser é um pedregulho para o Fluminense (risos). Sei da rivalidade entre os dois clubes e da responsabilidade que temos ao enfrentá-los. Mas temos um bom time e possibilidade de ganhar.


Um dos artilheiros do time na temporada, com cinco gols, Maicosuel considera o clássico contra o Fluminense uma grande oportunidade para que o Botafogo passe a ser visto com outros olhos. É a chance também que alguns jogadores tem de se firmar.


- Pode ser o jogo da afirmação. Aparecendo bem em um clássico como esse pode marcar o jogador.

Maicosuel: 'Aqui ninguém tem nome feito'



Meia diz que elenco alvinegro busca reconhecimento e que apenas Reinaldo e Juninho são mais conhecidos

Thiago Lavinas
Rio de Janeiro

Fred Huber/GLOBOESPORTE.COM


Maicosuel diz que elenco ainda não é conhecido Quando o elenco alvinegro para a temporada foi montado, os torcedores ficaram receosos. Eram muitas apostas e poucos jogadores com currículo vencedor. Mas dois meses depois, o que se vê é um time competitivo, forte e com jogadores que rapidamente caíram no gosto popular.

Um deles era o meia Maicosuel, que havia sido preterido no Palmeiras. O jogador recebeu de cara a camisa 10. E vem até aqui honrando a tradição do clube.

- O time foi feito agora, mas todos chegaram com o mesmo objetivo. Todo mundo aqui quer muito conquistar títulos, ser um ídolo, entrar para a história do clube. Isso ajudou muito no crescimento do time - disse o meia.

Maicosuel considera que o fato de o Botafogo não ser visto como um dos favoritos ao título no início do Campeonato Carioca ajudou bastante ao clube.

- A gente veio comendo pelas beiradas. Ninguém falava muito do Botafogo. E isso foi muito bom. A gente teve tranquilidade para trabalhar.

O meia lembra, porém, que apesar dos elogios e da boa campanha na fase de classificação da Taça Guanabara, o Botafogo ainda precisa provar o seu valor.

- A gente ainda não ganhou nada. Estamos no caminho, mas não ganhamos nada.

Um bom resultado contra o Fluminense, nesta quarta-feira, no Maracanã, pode se transformar no jogo da afirmação para a maioria dos jogadores alvinegros. Enquanto do outro lado há jogadores mais consagrados como Thiago Neves, Conca, Leandro Amaral, Leandro, Diguinho, entre outros, o Botafogo é formado por atletas que ainda buscam o reconhecimento.

- Aqui ninguém tem o nome feito. Só o Reinaldo e o Juninho são mais conhecidos.

Botafogo e Fluminense se enfrentam atrás da vaga na final da Taça Guanabara

Alvinegro entra em campo com apenas um atacante: Reinaldo. Tricolor aposta na genialidade de Thiago Neves e Conca

GloboEsporte.com
Rio de Janeiro

Botafogo e Fluminense evitam falar em uma final antecipada da Taça Guanabara. Mas o clima entre os torcedores é esse. Afinal, o vencedor do duelo desta Quarta-feira de Cinzas, às 22h, no Maracanã, vai dar um passo muito grande para a conquista. Do outro lado, quem já está garantido na decisão é o Resende, que surpreendeu o Flamengo na primeira semifinal.

A rivalidade entre os dois clubes cresceu bastante nos últimos anos. Principalmente com a superioridade alvinegra. O Tricolor não vence o duelo em jogos do Campeonato Carioca há quatro anos. A última vitória ocorreu em março de 2005: 4 a 0, com gols de Fabiano Eller, Gabriel, Juninho e Alex.

No ano passado, o Botafogo eliminou o Fluminense nos dois turnos do Campeonato Carioca. Na semifinal da Taça Guanabara, vitória alvinegra por 2 a 0. E na decisão da Taça Rio, novo triunfo do Botafogo, desta vez por 1 a 0.

Nos últimos dez confrontos entre os clubes, o Botafogo venceu cinco, aconteceram quatro empates e o Fluminense só ganhou um.

O Botafogo teve uma melhor campanha na fase de classificação. Apesar de ter ficado em segundo lugar no Grupo B, o time marcou 16 pontos (cinco vitórias, um empate e uma derrota). Já o Fluminense foi o primeiro no Grupo A com a punição e perda de seis pontos do Vasco. Mas com apenas 11 pontos (três vitórias, dois empates e duas derrotas). Se o clássico terminar empatado no tempo normal, a decisão da vaga será nos pênaltis.


Ney Franco nega que o time vai ser defensivo




O Botafogo perdeu o atacante Victor Simões, que se recupera de uma lesão muscular na coxa esquerda, para o clássico. Por isso, Ney Franco resolveu reforçar a marcação no meio-campo. O treinador escalou três zagueiros - Emerson, Juninho e Wellington - e adiantou Leandro Guerreiro, que vinha atuando mais recuado, para o meio-campo. Reinaldo joga sozinho na frente, com Maicosuel se aproximando mais do ataque.

Ney Franco nega que a escalação seja defensiva. E aposta em um clássico bem equilibrado nesta quarta-feira.

- O futebol brasileiro tem que esquecer esse pensamento de que quando um time joga com três zagueiros ele vai ser defensivo. No 4-4-2, são quatro jogadores atrás. E no 3-5-2 são apenas três e mais gente no meio-campo, ou seja, mais perto do ataque. Posso tiver que nosso time vai ser muito competitivo. E não será defensivo - disse o treinador.

Sem Victor Simões e com a volta do capitão Juninho na defesa, a preocupação de Ney Franco foi armar um esquema para tirar os espaços de Conca e Thiago Neves, dois jogadores considerados essenciais pelo treinador para o Fluminense.

- O Botafogo precisou se ajustar na forma de jogar por causa do desfalque do Victor Simões. Mas acho que as duas equipes não tem muito para esconder na parte tática. Neste esquema, nossa equipe está muito competitiva, equilibrada em todos os setores.

A esperança de gols cai sobre Reinaldo. O atacante, que fez um gol em cima do Fluminense na final da Taça Guanabara de 2001, quando defendia o Flamengo, espera dificuldades no duelo com os zagueiros tricolores.

- O Edcarlos e o Luiz Alberto são jogadores técnicos e rápidos. Além disso, são muito bons pelo alto. Será bem complicado enfrentá-los - disse o atacante.

Maicon é dúvida no Tricolor




O Fluminense chega para a semifinal da Taça Guanabara empolgado com a virada histórica que conseguiu no primeiro turno do Campeonato Carioca. Depois de duas derrotas para times pequenos, Cabofriense e Duque de Caxias, o Tricolor chegou a ficar com apenas 6% de chance de conseguir a classificação.

Mas os jogadores desafiaram a matemática, emplacaram três partidas invictas na competição, sendo duas vitórias (Americano e Tigres) e um empate (Vasco), e se classificaram em primeiro lugar no Grupo A, com 11 pontos. O time foi beneficiado com a perda de seis pontos do Vasco para terminar na liderança. Se o rival não tivesse perdido os pontos, o Tricolor teria se classificado com a segunda melhor campanha do grupo.

Durante a semana, muito se falou sobre o que poderia ser uma final antecipada da Taça Guanabara este Clássico Vovô, já que o Resende eliminou o Flamengo na outra semifinal. Mas o meia Thiago Neves, um dos destaques do time, fez questão de elogiar o Gigante do Vale.

- O vencedor desta partida de quarta-feira não pode se considerar o virtual campeão da Taça Guanabara só porque vai enfrentar o Resende na final da competição. Se o adversário está lá é porque teve méritos para conquistar esta condição. A vitória deles contra o Flamengo, no Maracanã, é prova disso. Sabemos que vamos ter uma partida complicada contra o Botafogo e, se vencermos, uma outra mais difícil ainda na decisão – disse Thiago Neves.

Para este confronto decisivo, o técnico René Simões tem apenas uma dúvida: o atacante Maicon. Ele ainda se recupera de uma lesão no tornozelo direito e não participou do treinamento realizado na véspera da semifinal. Caso não seja liberado pelo departamento médico, o experiente Leandro Amaral ganhará mais uma chance no comando do ataque tricolor.

- Vamos esperar o Maicon até a hora do jogo. Não é uma lesão muscular, mas de tornozelo, o que facilita a recuperação em um espaço de 24 horas. Se ele não jogar, Leandro Amaral está pronto para entrar no time – disse René Simões.

BOTAFOGO FLUMINENSE

Renan; Emerson, Juninho e Wellington; Alessandro, Leandro Guerreiro, Fahel, Leo Silva, Maicosuel e Thiaguinho;

Reinaldo Fernando Henrique; Mariano, Luiz Alberto, Edcarlos e Leandro; Fabinho, Diguinho, Thiago Neves e Conca; Everton Santos e Maicon (Leandro Amaral)

Técnico: Ney Franco
Técnico: René Simões

Estádio: Maracanã.

Data: 25/02/2009.

Horário: 21h50min.

Árbitro: Péricles Bassols (RJ)

Auxiliares: Marco Aurélio Pessanha e Jorge Luís Campos

Transmissão: O Premiere, pelo sistema pay-per-view, mostra para todo o país.

Tempo Real: O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partir de 21h35min
(horário de Brasília).

Alvinegros participam de rachão em General



Último treinamento do Botafogo antes do clássico foi marcado pela descontração

Clima de descontração em General Severiano

(Crédito: Cleber Mendes)

LANCEPRESS!


Nesta terça-feira, o técnico Ney Franco comandou os trabalhos em General Severiano para deixar o time pronto para o confronto de quarta. Em clima alegre e descontraído, os jogadores realizaram o tradicional rachão para aliviar a tensão pré-clássico.

Ney não treinou cobranças de pênalti, mas o fez nos últimos dias.

- A possibilidade de a partida ir para os pênaltis não me deixa apreensivo. Trabalhamos muito as penalidades e neste momento o lado psicológico também pesa. Não é apenas a parte técnica. Mas temos bons batedores no elenco - disse o treinador alvinegro.

Juninho defende esquema armado por Ney Franco para o clássico



Zagueiro nega que formação para encarar o Fluminense seja defensiva

Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Alexandre Cassiano/O Globo
Juninho treina normalmente e está recuperado do problema no joelho


O capitão está de volta. Juninho, que ficou fora dos últimos três jogos do Botafogo no Campeonato Carioca por causa de uma inflamação no joelho esquerdo, está recuperado e confirmado no clássico contra o Fluminense nesta Quarta-feira de Cinzas, às 21h50min, no Maracanã, pela semifinal da Taça Guanabara.

O zagueiro vai atuar como líbero na defesa alvinegra ao lado de Emerson e Wellington. E nega que o Botafogo vai entrar em campo com uma formação defensiva já que terá apenas Reinaldo no ataque.

- A nossa equipe sabe jogar. Dizem que quem joga com três zagueiros ou três volantes entra em campo fechado. Mas não é bem assim. Vamos com uma proposta de marcação já que o Fluminense tem seu ponto forte. Vamos marcar firme, mas também chegar à frente com velocidade. Com a bola, vamos jogar.

A decisão de Ney Franco de jogar no esquema 3-6-1 surgiu com os problemas musculares dos atacantes Victor Simões e Reinaldo durante a preparação para o clássico. Sem saber se poderia contar com os dois jogadores, o treinador passou a testar uma equipe mais compacta e que explorasse os contra-ataques. Como apenas Reinaldo se recuperou, o treinador só precisou tirar Lucas Silva, que vinha treinando entre os titulares, e colocar o atacante mantendo o esquema. Nos treinos, o que se viu foi um time bem competitivo e saindo rápido quando roubava a bola.

- Hoje em dia no futebol você precisa anular as principais jogadas do adversário. Assim como nós estamos preocupados com eles, o Fluminense também está atento com as nossas principais jogadas.

Na visão do alvinegro, os pontos fortes do Fluminense são os meias Conca e Thiago Neves. Por isso, o Botafogo fortaleceu a marcação no meio-campo.

- Eles são muito rápidos. É preciso ter atenção com os homens de armação do Fluminense - disse.

Na véspera do clássico decisivo, Botafogo não treina pênaltis


Após trabalharem o fundamento durante toda a preparação para a partida contra o Fluminense, o técnico Ney Franco poupa o elenco das penalidades

Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Ivo Gonzales/AGÊNCIA O GLOBO
Reinaldo é um dos cobradores do time

Os jogadores do Botafogo não treinaram cobranças de pênaltis nesta terça-feira de Carnaval, em General Severiano. A vaga para a final da Taça Guanabara pode ser disputada nas penalidades caso o jogo contra o Fluminense termine empatado no tempo normal.

Apesar disso, todo o elenco alvinegro passou a semana de preparação para o clássico treinando as cobranças de pênaltis. O técnico Ney Franco considera que o time está preparado para qualquer situação.

- A possibilidade de a decisão ir para os pênaltis não me deixa apreensivo. Trabalhamos muito as penalidades. E neste momento o lado psicológico também pesa muito. Não é apenas a parte técnica. O Botafogo tem bons batedores - disse o treinador.

Se a disputa da vaga for para os pênaltis, três jogadores estão garantidos entre os cinco cobradores: o zagueiro Juninho, o meia Maicosuel e o atacante Reinaldo.
Os outros dois vão ser escolhidos conforme a situação da partida e a condição física e emocional dos jogadores. Fahel, Leandro Guerreiro, Alessandro e Thiaguinho tem bom aproveitamento.

Salgueiro ganha o Estandarte de Ouro


Premiação


Salgueiro ganha o Estandarte de Ouro de melhor escola

O Globo

Publicada em 24/02/2009 às 13h52m
Ronaldo Braga

Léo Silva ansioso para a semifinal


Invicto, volante fará a contenção do meio de campo ao lado de Fahel

Leó Silva ainda não perdeu com a camisa do Botafogo

(Crédito: Ricardo Cassiano)

LANCEPRESS!

O volante Léo Silva é um dos trunfos do técnico Ney Franco para anular as jogadas ofensivas do Fluminense, nesta quarta-feira, na semifinal da Taça Guanabara, no Maracanã. Mais do que isso, o jogador pode ser um amuleto para a partida decisiva. Léo Silva venceu os cinco jogos que disputou pelo Fogão na competição.

Apesar do bom retrospecto com a camisa alvinegra, o volante revelou o seu estado emocional para o jogo.

– Estou ansioso, mas, ao mesmo tempo, contente. Respeitamos o Fluminense, mas vamos a campo para vencer e vamos lutar por isso - admitiu o volante.

Taça Guanabara ficará exposta no Maracanã neste sábado


Troféu banhado em prata foi confeccionado pelo escultor Kiko Azevedo
GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

A Taça Guanabara já está na sede da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj). O troféu banhado em prata pesa cerca de quatro quilos e mede 45cm. O escultor Kiko Azevedo confeccionou a peça, que ficará exposta no Maracanã, neste sábado, assim como o Troféu Moisés Mathias de Andrade. No domingo, o vencedor do confronto entre Botafogo e Fluminense disputa a taça com o Resende.

Reinaldo admite que vai ter dificuldades para jogar sozinho no ataque



Atacante, que não terá a companhia de Victor Simões, diz que o clássico contra o Fluminense será uma pedreira


Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Ivo Gonzales/AGÊNCIA O GLOBO
Reinaldo treina forte no Botafogo


Isolado no ataque, Reinaldo admite que sente dificuldades de jogar no esquema escolhido pelo técnico Ney Franco para enfrentar o Fluminense, na próxima Quarta-feira de Cinzas, no Maracanã, pela semifinal da Taça Guanabara.


Como Victor Simões foi vetado pelo departamento médico por causa de uma lesão muscular, o Botafogo vai jogar no 3-6-1, com Maicosuel se aproximando mais de Reinaldo em campo.


- Jogamos assim contra o Flamengo no segundo tempo. É um pouco difícil para mim porque estou acostumado com o Victor Simões ali do meu lado. Ele segura bem os zagueiros. Vamos ver. Só na pratica mesmo para saber se vai dar certo. Vou tentar fazer a minha parte e criar espaços para o Maicosuel e os outros chegarem.


Temos que jogar no esquema que o treinador mandar. E com a bola temos que agredir os caras. Reinaldo lamentou muito o desfalque de Victor Simões no clássico contra o Fluminense.


O companheiro de ataque voltou a sentir uma lesão muscular na coxa esquerda durante o treino de segunda-feira e foi vetado pelo departamento médico. Juntos, eles têm sete gols neste Campeonato Carioca. - O Victor Simões é um jogador que vai fazer muita falta. Ele queria muito jogar, mas não teve jeito.


Fiquei muito triste por ele. Sei como ele se esforçou. O atacante aposta em uma partida muito difícil contra o Fluminense, que cresceu de rendimento após a chegada de Thiago Neves.


- Será uma pedreira esse jogo. Não dá para falar que tem um favorito. Os dois times estão muito fortes. O Fluminense tem grandes jogadores que podem decidir a partida.

Renan lembra dos momentos difíceis

Hoje no profissional, goleiro do Botafogo passou dificuldade

LANCEPRESS!

Se for avaliar os tempos de categorias de base no Botafogo, o goleiro Renan, titular do Alvinegro na semifinal da Taça Guanabara, nesta quarta-feira, contra o Fluminense, ficaria dividido entre as boas lembranças e as dificuldades pelas quais passou neste período. Agora no profissional, o número um do Fogão ri de algumas situações que precisou passar no início da carreira.

O jogador alvinegro lembrou com carinho as vezes que viajou com os companheiros para atuar em campos onde pouco se via grama. De vestiários sem estrutura e viagens loucas pela madrugada adentro.

– Olha, já joguei em cada lugar, cada campo ruim! Às vezes jogávamos, saíamos de campo e já pegávamos a estrada, mesmo nos jogos à noite. Era bem cansativo, mas não tinha jeito – disse.
Renan também não se esquece dos locais onde o grupo tinha que dormir em algumas viagens.
– Parecia excursão. Inclusive, já dormimos em um colégio. Era gente dormindo no chão, um por cima do outro. Era realmente muito engraçado – divertiu-se Renan.

Ney Franco diz que o Botafogo está pronto para jogar sem Victor Simões


Sem o atacante, treinador alvinegro prepara um novo esquema para encarar o Fluminense na semifinal


Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Alexandre Cassiano/O Globo
Ney Franco conversa com o grupo


A ausência de Victor Simões foi bastante sentida pelo Botafogo. O atacante voltou a sentir uma lesão muscular e foi vetado para a partida contra o Fluminense, na semifinal da Taça Guanabara. O técnico Ney Franco lamentou o desfalque, mas também garantiu que o time vai conseguir superar a falta do jogador, que é um dos artilheiros do time na temporada ao lado de Maicosuel com cinco gols.


- O Victor Simões infelizmente está fora da partida contra o Fluminense. Mas uma equipe como o Botafogo não pode depender de só um jogador. Já disputamos os últimos dois jogos sem ele e estamos adaptados. Fomos muito bem contra o Friburguense e fizemos uma boa partida contra o Flamengo também.


Ney Franco vai escalar o time no esquema 3-6-1, com apenas Reinaldo no ataque. Ney Franco aposta em uma equipe com muita pegada em campo e saindo rápido para o contra-ataque. A tática é fortalecer o meio-campo e diminuir os espaços para Conca e Thiago Neves.


- O Botafogo continua sendo uma equipe muito competitiva e tem condições de fazer um bom jogo contra o Fluminense. O treinador agora tem esperança que o atacante se recupere para uma possível final no fim de semana. Mas as chances são muito pequenas de Victor Simões estar em campo se o Botafogo se classificar.


- Vamos torcer para que ele se recupere logo. Se a gente se classificar para a final quem sabe ele pode jogar.

O deslumbre das escolas de samba




O prefeito Eduardo Paes tocou na bateria de sua escola, a Portela


Luiza Brunet, rainha de bateria da Imperatriz



Acrobatas tocaram tambores no abre-alas do Salgueiro




A rainha da bateria Viviane Araújo à frente dos ritmistas do Salgueiro -




Luma de Oliveira - o deslumbre da Portela











Flamengo vai passar o carnaval a reclamar do apito, mas sem razão

O goleiro Bruno, do Flamengo, na derrota para o Resende

Blog do Mauro Cezar Pereira - ESPN

É verdade que Felipe Gomes da Silva se apresentou como um árbitro ruim em Flamengo 1 x 3 Resende, no Maracanã. A expulsão de Aírton foi exagerada. E o lance do pênalti (para mim inexistente), independentemente de ter ou não ocorrido a falta, não deu motivos para cartão.
Já o vermelho apresentado a Fábio Luciano foi no mínimo esquisito. O juiz pediu que a mesma falta fosse repetida de forma insistente. Foram quatro cobranças de uma infração na defesa, sem maiores consequências. Difícil entender o que ele queria com aquilo.
Sim, a bola tem que sair da área, mas seria mais fácil apitar e lembrar aos jogadores: "A bola tem que sair da área".
Pronto, seguiria normalmente o jogo.
Faltou habilidade para conduzir uma situção corriqueira e houve preciosismo quando ele pediu que a terceira cobrança fosse refeita.
As queixas rubro-negras contra o apito são pertinentes? Sim, se nos limitarmos a falar sobre esse jogo. Mas na primeira rodada, contra o Friburguense, um gol absurdamente anulado do time serrano mudou os rumos da partida. Ali o Flamengo foi beneficiado. Desta vez foi prejudicado.
Quem sabe ganhar com ajuda da arbitragem precisa saber perder.
Irrita quem leva a pior, mas acontece. Como acontecem constantemente os mesmos problemas no clube.
Salários atrasados, por exemplo são frequentes como os jogos nos quais Obina não faz gol. Há, ainda, as expulsões infantis do capitão Fábio Luciano, como a deste sábado e aquela diante do Cruzeiro, ano passado.
Após o pênalti não marcado em Diego Tardelli, ele reclamou e foi mandado para o chuveiro.
Assim, desfalcou o time ante o Goiás, no 3 a 3 (estava 3 a 0) que tirou o Flamengo da Libertadores.
Culpar Cuca é fácil, simples. Mas o jogo foi atípico, por erros do apito e dos derrotados, mal inclusive enquanto eram 11 contra 11.
A parcela de responsabilidade do técnico não é a maior, convenhamos.
Sorte do Flamengo que esse fiasco não tem grandes consequências, afinal, os campeonatos estaduais são o que de menos importante os clubes brasileiros disputam. Tanto que o time da Gávea ganhou seis dos últimos dez e a torcida exige uma conquista nacional ou internacional.
Mas por falar em micos rubro-negros, clique aqui e vote naquele que para você é o maior papelão protagonizado pelo Flamengo em tempos recentes, no Maracanã.

Botafogo tentará anular os meias do Tricolor


Ney Franco estuda o Fluminense e passa a se preocupar com Thiago Neves e Conca, homens de criação do adversário

LANCEPRESS!

Estratégia é uma das palavras de ordem para o técnico Ney Franco levar o Botafogo a mais uma final de Taça Guanabara. No clube, o estilo de jogo do Fluminense, adversário de quarta-feira, no Maracanã, no confronto válido pela semifinal do turno, vem sendo estudado meticulosamente pela comissão técnica. E o comandante do clube de General Severiano já travou a mira do Fogão: parar os meias tricolores.


Ney Franco, preocupado com os desempenhos de Thiago Neves e Conca, elencou pelo menos mais duas ações essenciais para sair de campo com uma vitória (e a vaga para a final) sobre o rival Fluminense.


– Quando não tivermos a bola, precisamos neutralizar os pontos fortes do Fluminense, como os meias Thiago Neves e Conca. Assim que recuperarmos a bola, temos de utilizar o que tivermos de melhor e torcer para o nosso ataque estar em uma noite feliz. Qualquer chance tem de ser aproveitada. Temos de ser uma equipe competente – disse o treinador.


Sobre o adversário, a matéria parece estar decorada para o teste.


– Recebi o material do Fluminense para ver o que é melhor. Mas, de qualquer forma, repito, temos de tomar cuidado com Conca e Thiago Neves. São dois jogadores que, se estiverem em um dia inspirado, podem decidir a partida – disse o técnico.


E o comandante, que fez uma breve análise do seu time, deverá escalar os volantes Fahel e Léo Silva para a missão de segurar os responsáveis pela criação no Fluminense.
– Nós temos jogadores que não são tão conhecidos e estão buscando espaço agora. Temos condições de vencer, sim, qualquer adversário.


Mas, como eles investiram mais e têm jogadores com mais nome, são os favoritos – completou Ney Franco, jogando o favoritismo para o lado das Laranjeiras – e esperando surpreender. Pelo menos na sua visão.

Reinaldo: 'Não poderia ficar fora de um jogo como esse contra o Fluminense'



Atacante comemora a recuperação e diz estar pronto para a 'primeira decisão' pelo Botafogo

Thiago Lavinas/Globo Esporte
Reinaldo brinca com o filho no treino


Com um sorriso no rosto, Reinaldo deixou o treino desta segunda-feira de Carnaval a caminho do vestiário. Ele brincava com o filho Matheus e os companheiros. Recuperado de um problema muscular, o atacante treinou normalmente e está confirmado para a semifinal da Taça Guanabara contra o Fluminense, na quarta-feira de Cinzas, no Maracanã.

O jogador está animado por ter garantido a presença no clássico apesar da notícia de que vai atuar sozinho no ataque, já que o companheiro Victor Simões foi vetado pelo departamento médico e o técnico Ney Franco optou pelo esquema 3-6-1.

- É um jogo importante, a primeira decisão do Botafogo no ano. E eu não poderia ficar fora de um jogo como esse contra o Fluminense - disse.

Com três títulos cariocas no currículo, Reinaldo pede respeito ao Fluminense. Apesar de o Botafogo ter feito uma campanha melhor do que o rival na Taça Guanabara, o atacante lembra que o Tricolor cresceu muito de rendimento nas últimas rodadas.

- Vai ser um jogo muito difícil contra o Fluminense. Eles cresceram de rendimento no momento certo e tem jogadores que podem decidir a partida - disse.

Aos 29 anos, Reinaldo não liga por passar o Carnaval treinando e longe da folia.

- Isso faz parte da nossa profissão. Temos que abrir mão agora para comemorar mais na frente. Tem gente que gosta de pegar um camarote, mas temos que focar nos nossos objetivos - disse o atacante, que preferiu não comentar muito o fato de alguns jogadores tricolores terem ido a um camarote no desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro.

- Cada um cuida da sua parte física. Eles são jogadores experientes, que sabem o que estão fazendo. Quem sou eu para falar sobre eles.

No clima da semifinal, Renato é apresentado oficialmente no Botafogo



Apoiador assina contrato com o clube por uma temporada e agora precisa ser inscrito para jogar a Taça Rio

Thiago Lavinas Rio de Janeiro



Depois de um longo tempo apenas treinando, Renato enfim é apresentado no Glorioso
Após um mês e meio treinando no Botafogo, o meia Renato finalmente foi apresentado oficialmente nesta segunda-feira de Carnaval como reforço do clube para a temporada de 2009.


A diretoria conseguiu resolver todos os problemas na documentação do atleta, que estava preso ao Maccabi Haifa, de Israel. Após o treino em General Severiano, Renato vestiu a camisa do clube. Ele assinou um contrato de um ano, com a opção de renovar por mais um.

- Volto tranquilo para o futebol carioca. Já conheço a cidade, sei como tudo funciona. E torço para dar uma sequência ao meu trabalho. Vou fazer um trabalho sério aqui no Botafogo - disse o jogador.


Revelado pelo Atlético-MG e com passagens por Corinthians e Vasco, Renato não se adaptou ao futebol de Israel e voltou para o Brasil por causa do atraso no pagamento dos salários.


No entanto, para poder atuar pelo Glorioso sem que houvesse qualquer problema com o clube israelense e a Fifa, Renato foi contratado pelo Cabofriense, que o emprestou ao Botafogo.


Segundo o BID, o meia tem vínculo com o clube da Região dos Lagos até 5 de fevereiro de 2012, e seu empréstimo ao Botafogo vai até o fim deste ano.


A tendência é a de que Renato esteja inscrito na Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) e fique à disposição do técnico Ney Franco para a estreia na Taça Rio, contra o Tigres, no estádio De Los Larios, em Xerém.

- Estou feliz agora. Fiquei pouco tempo no Vasco, sai contra a minha vontade. Fui triste jogar em Israel porque não queria ir para lá. Mas agora volto querendo mostrar o meu futebol - disse.

Sem mistério, Ney Franco confirma o time para a semifinal contra o Fluminense


Botafogo vai entrar em campo apenas com Reinaldo no ataque

Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Alexandre Cassiano/Globo


Reinaldo joga. Victor Simões está fora


Sem deixar qualquer dúvida no ar, Ney Franco confirmou nesta segunda-feira de Carnaval o time que vai enfrentar o Fluminense pela semifinal da Taça Guanabara. Sem Victor Simões, que voltou a sentir a lesão muscular na coxa esquerda, o treinador vai escalar o Botafogo no 3-6-1, com apenas Reinaldo no ataque. Com isso, ele espera fortalecer o meio-campo e dificultar a vida de Conca e Thiago Neves.

- O Reinaldo treinou forte, foi bem e não sentiu nada. E como o Victor Simões está fora, o time está confirmado. É esse mesmo que vocês viram no treino - disse Ney Franco.

Com isso, o Botafogo vai jogar com três zagueiros de origem: Emerson, Juninho e Wellington. Leandro Guerreiro, que vinha jogando mais recuado, volta ao meio-campo e terá a companhia de Fahel, Léo Silva e Maicosuel, além dos alas Alessandro e Thiaguinho. Reinaldo é o único atacante.

Ney Franco, porém, fez questão de dizer que o time não terá uma postura defensiva. Nos últimos treinos, o treinador trabalhou bastante a rapidez na saída para o ataque.

- O Leo Silva já trabalhou comigo jogando como meia. O Reinaldo vai ser o atacante mais de área. E o Maicosuel é quem vai cair mais pelas pontas.

Clube alvinegro e o meia Maicosuel são denunciados pela Procuradoria do TJD-RJ

Por incidentes diante do Friburguense, Botafogo pode perder de um a dez jogos de mando, e camisa 10 corre o risco de ficar até 540 fora dos campos

GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro




Enquanto os jogadores se prepararam para a semifinal da Taça Guanabara, contra o Fluminense, na Quarta-Feira de Cinzas, às 21h50m, no Maracanã, o departamento jurídico do Botafogo já tem com o que se preocupar.


O clube foi denunciado pela Procuradoria do TJD-RJ no artigo 213 (deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), mais precisamente no parágrafo 2º (caso a invasão ou o lançamento do objeto seja feito pela torcida da entidade adversária, sofrerá esta a mesma apenação).


Isso porque uma garrafa foi arremessada no gramado na goleada de 5 a 1 sobre o Friburguense, no dia 12 de fevereiro, no estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo.


O objeto, que partiu do setor onde estava a torcida alvinegra, pode render ao Glorioso a perda de até dez mandos de campo, além de multa de R$ 10 mil a R$ 200 mil. O fato foi relatado na súmula pelo árbitro Eduardo José Araújo, que descreveu que uma garrafa de plástico foi arremessada em direção ao auxiliar Cláudio Batista Ribeiro durante o segundo tempo da partida. O julgamento está marcado para 2 de março, um dia depois da final do primeiro turno do Campeonato Carioca. As informações são do site Jutiça Desportiva.


O Friburguense, no entanto, também terá de responder pelo artigo 213, mas no que consta no parágrafo 1º (incide nas mesmas penas a entidade que, dentro de sua praça de desporto, não prevenir e reprimir a sua invasão bem assim o lançamento de objeto no campo ou local da disputa do evento desportivo). As penalidades são as mesmas que podem ser impostas ao Botafogo.

Expulsão de Maicosuel também está na pauta

E as duas equipes têm mais problemas. Maicosuel, do Botafogo, e Cássio, do Friburguense, foram denunciados pela expulsão no mesmo jogo.

Os dois trocaram agressões aos 31 minutos do segundo tempo (assista ao lance no vídeo acima), mas o camisa 10 alvinegro levou a pior e terá de responder nos artigos 253 (praticar agressão física contra o árbitro ou seus auxiliares, ou contra qualquer outro participante do evento desportivo), que prevê de 120 a 540 dias de suspensão, e 258 (assumir atitude contrária à disciplina ou à moral desportiva, em relação a componente de sua representação, representação adversária ou de espectador), cuja pena vai de um a dez jogos.


Cássio foi denunciado apenas no artigo 253 do CBJD, mas o time de Nova Friburgo terá mais um de seus jogadores correndo risco de ficar fora por algumas partidas. Expulso depois de uma entrada por trás no zagueiro do Botafogo Emerson, Crispin responderá pelo artigo 254 (praticar jogada violenta). A pena é de dois a seis jogos.


O julgamento dos três atletas também acontece em 2 de março, o que dá condições legais a Maicosuel para enfrentar o Fluminense na Quarta-Feira de Cinzas e, caso o Alvinegro saio vitorioso, e também o Resende no domingo seguinte, na decisão da Taça GB do Estadual.

Ney Franco estuda reforçar marcação no meio-campo e escalar só um atacante


Sem ter Reinaldo e Victor Simões nas melhores condições, treinador pode optar por formação para diminuir os espaços de Conca e Thiago Neves

Thiago Lavinas Rio de Janeiro
Alexandre Cassiano/AGÊNCIA O GLOBO
Ney Franco conversa com Reinaldo no treino

Ao ser questionado neste domingo sobre o que o Botafogo deve fazer para vencer o Fluminense e se classificar para a final da Taça Guanabara, o técnico Ney Franco não pensou muito e logo respondeu.

- Primeiro a gente precisa neutralizar os pontos fortes do Fluminense. E com a bola nos pés esperar ter uma noite feliz, mostrar a qualidade técnica para atacar - disse.

Marcação em primeiro lugar. Pode ser uma mera coincidência. Mas Ney Franco já admitiu estar preocupado com a qualidade técnica de Conca e Thiago Neves, jogadores que segundo o próprio treinador são acima da média e podem decidir uma partida.

E neste domingo, no trabalho tático realizado no Engenhão, o comandante alvinegro escalou os titulares com três zagueiros de origem - Juninho, Emerson e Wellington -, voltou Leandro Guerreiro para o meio de campo ao lado de Fahel e Leo Silva e deixou o time com apenas um atacante: Lucas Silva.

Um outro fator também faz Ney Franco pensar nesta opção tática para o clássico da próxima Quarta-feira de Cinzas, no Maracanã. O treinador ainda não sabe se vai contar com os dois atacantes e mesmo que isso aconteça, eles não vão estar 100%. Reinaldo e Victor Simões se recuperam de lesões musculares e não treinam juntos com o elenco há nove dias. Neste domingo, eles voltaram a fazer um trabalho à parte.

De qualquer forma, o que se viu neste domingo no treino não foi uma equipe defensiva mesmo jogando com três zagueiros e três homens que sabem marcar forte no meio-campo - Leandro Guerreiro, Fahel e Leo Silva. O time conseguia roubar a bola e sair com velocidade para o ataque, principalmente explorando os alas Alessandro e Thiaguinho.

- É uma coisa a se pensar a se pensar, vai depender do momento. Podemos usar um ou outro, sim - disse o treinador em relação a escalação de Reinaldo e Victor Simões.

Ney Franco tenta esconder o jogo. Faz mistério. Se decidir manter o esquema com apenas um atacante, a mudança é simples. Sai Lucas Silva e entra Reinaldo ou Victor Simões. Mas se resolver escalar os dois, as variáveis aumentam. O treinador pode tirar um zagueiro e recuar novamente Leandro Guerreiro para a defesa. Ou optar por sacar um meia. Aí sobraria para Fahel ou Leo Silva.

- O meu objetivo é escalar os dois (Reinaldo e Victor Simões). Mas vamos ver como eles reagem aos treinos até quarta-feira. Preciso saber como eles vão estar. No treino, o Maicosuel fez o papel de atacante, mas lógico que ele cai mais para o meio. Mas o Leo Silva tem qualidade também para desempenhar essa função mais na frente - disse o treinador.

Diguinho lembra bons momentos no Botafogo, mas é realista: ‘Espero vaias’



Volante tricolor, que ficou três anos e meio no alvinegro, afirma que amizade não entra em campo


Leandro Menezes Rio de Janeiro

Agência/Photocâmera
Diguinho vai enfrentar pela primeira vez o Botafogo, seu antigo clube


O clássico entre Fluminense e Botafogo, marcado para quarta-feira, às 21h50m, no Maracanã, pela semifinal da Taça Guanabara, será o primeiro de Diguinho contra o antigo clube. Hoje vestindo a camisa tricolor, o volante passou três anos e meio de sua carreira no Alvinegro e revela que aprendeu muito em General Severiano.


- Tive uma passagem muito boa pelo Botafogo. Fiquei três anos e meio lá e passei por momentos que me fizeram crescer como homem e como profissional. Trabalhei com pessoas sensacionais e que faço questão de levar a amizade comigo para sempre – afirmou. Mas Diguinho sabe que o reencontro com a torcida do Botafogo não vai ser somente de boas lembranças.


- Espero vaias. Eles vão tentar me desestruturar, mas hoje estou no Fluminense e a torcida tricolor vai conseguir me defender – brincou o volante.


Confira abaixo os principais trechos da entrevista que Diguinho concedeu depois do treino deste domingo, nas Laranjeiras.


DICAS PARA RENÉ SIMÕES
- Eu sei algumas coisas sobre o Botafogo e já conversei um pouco com René Simões para passar alguns detalhes. Essas dicas podem ser importantes na semifinal de quarta-feira. Conheço as características dos jogadores com quem atuei junto e até mesmo a maneira como Ney Franco gosta de jogar. Ele costuma montar os seus times pela frente e precisamos de atenção redobrada.


AMIGOS NO BOTAFOGO
- Muitas pessoas que ainda estão no Botafogo me ligam mostrando preocupação, perguntando se está tudo bem. Isso tudo é válido e é uma das melhores partes do futebol. Levo as minhas amizade todo lugar que vou. Gosto de trocar as camisas, sair para jantar, e brinco com eles, mas na hora de entrar em campo não tem essa de amigo. Se quiser a minha amizade depois do jogo, tudo bem. Mas durante não tem essa de amizade.


ATENÇÃO ESPECIAL COM ALVINEGROS
- O professor ainda não falou com a gente se vai fazer algum tipo de marcação especial sobre os jogadores do Botafogo. Mas sabemos das qualidades de Maicosuel, Reinaldo, Victor Simões e todos os outros. Acredito que isso não acontecerá, pois não é nossa característica. Um desses jogadores pode levar o marcador para a lateral do campo e acaba ficando um buraco no meio-de-campo.


FINAL ANTECIPADA?
- Não vejo desta forma. Estamos disputando apenas uma semifinal e temos que pensar no Botafogo, que tem o melhor ataque do Carioca e que dará trabalho. Vamos buscar a classificação para a final e, aí sim, focar no Resende. O Flamengo não levou o jogo tão a sério e acabou eliminado.


COMPANHEIROS COBRAM GOL A FAVOR
- Estava conversando com Thiago Neves e Fernando Henrique durante o treino e eles brincaram comigo dizendo que eu já tinha feito um gol contra o Fluminense, quando ainda estava no Botafogo. E que tinha chegado a hora de pagar essa dívida. Vou dar o meu máximo dentro de campo e, se fizer um gol, vou comemorar sem problemas. Seria desrespeito da minha parte com a torcida do Fluminense se eu não comemorasse.

Ney Franco se surpreende com a eliminação do Flamengo da Taça GB



Resultado da primeira semifinal é assunto dos alvinegros durante o treino

Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Alexandre Cassiano/O Globo
Ney Franco conversa com o elenco


A derrota do Flamengo por 3 a 1 para o Resende na primeira semifinal da Taça Guanabara virou assunto neste domingo de Carnaval entre os jogadores alvinegros no treino realizado no estádio João Havelange. Até o técnico Ney Franco, que estuda muito os times considerados mais fracos, achou o resultado inesperado.

- Foi surpreendente para todo mundo. Flamengo e Fluminense começaram o campeonato como favoritos.

O treinador garantiu que o resultado vai servir de alerta para o Botafogo. Principalmente se o clube superar o Fluminense na outra semifinal, nesta Quarta-feira de Cinzas, e encarar a equipe do interior na decisão do título.

- Não tive muito tempo ainda para pensar nisso (a derrota do Flamengo). O que aconteceu com o Flamengo é o que a gente vê às vezes nos campeonatos regionais. Aparece uma equipe de menor expressão que surpreende os clubes mais tradicionais. Esse jogo, com certeza, vai nos servir de exemplo no futuro quando formos enfrentar um time considerado pequeno - disse o treinador.

Ney Franco evitou falar de uma final antecipada da Taça Guanabara contra o Fluminense. E quer os jogadores concentrados apenas na partida da próxima quarta-feira.

- Tem que isolar isso do grupo. Sabemos que o Resende está na final, mas não podemos ficar pensando nisso. Não podemos pensar na final sem ainda estar lá. A concentração está no jogo de quarta-feira contra o Fluminense. Vamos focar na semifinal.

Ney Franco estuda reforçar marcação no meio-campo e escalar só um atacante



Sem ter Reinaldo e Victor Simões nas melhores condições, treinador pode optar por formação para diminuir os espaços de Conca e Thiago Neves

Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Alexandre Cassiano/AGÊNCIA O GLOBO
Ney Franco conversa com Reinaldo no treino

Ao ser questionado neste domingo sobre o que o Botafogo deve fazer para vencer o Fluminense e se classificar para a final da Taça Guanabara, o técnico Ney Franco não pensou muito e logo respondeu.

- Primeiro a gente precisa neutralizar os pontos fortes do Fluminense. E com a bola nos pés esperar ter uma noite feliz, mostrar a qualidade técnica para atacar - disse.

Marcação em primeiro lugar. Pode ser uma mera coincidência. Mas Ney Franco já admitiu estar preocupado com a qualidade técnica de Conca e Thiago Neves, jogadores que segundo o próprio treinador são acima da média e podem decidir uma partida.


E neste domingo, no trabalho tático realizado no Engenhão, o comandante alvinegro escalou os titulares com três zagueiros de origem - Juninho, Emerson e Wellington -, voltou Leandro Guerreiro para o meio de campo ao lado de Fahel e Leo Silva e deixou o time com apenas um atacante: Lucas Silva.

Um outro fator também faz Ney Franco pensar nesta opção tática para o clássico da próxima Quarta-feira de Cinzas, no Maracanã. O treinador ainda não sabe se vai contar com os dois atacantes e mesmo que isso aconteça, eles não vão estar 100%. Reinaldo e Victor Simões se recuperam de lesões musculares e não treinam juntos com o elenco há nove dias. Neste domingo, eles voltaram a fazer um trabalho à parte.

De qualquer forma, o que se viu neste domingo no treino não foi uma equipe defensiva mesmo jogando com três zagueiros e três homens que sabem marcar forte no meio-campo - Leandro Guerreiro, Fahel e Leo Silva. O time conseguia roubar a bola e sair com velocidade para o ataque, principalmente explorando os alas Alessandro e Thiaguinho.

- É uma coisa a se pensar a se pensar, vai depender do momento. Podemos usar um ou outro, sim - disse o treinador em relação a escalação de Reinaldo e Victor Simões.

Ney Franco tenta esconder o jogo. Faz mistério. Se decidir manter o esquema com apenas um atacante, a mudança é simples. Sai Lucas Silva e entra Reinaldo ou Victor Simões. Mas se resolver escalar os dois, as variáveis aumentam. O treinador pode tirar um zagueiro e recuar novamente Leandro Guerreiro para a defesa. Ou optar por sacar um meia. Aí sobraria para Fahel ou Leo Silva.

- O meu objetivo é escalar os dois (Reinaldo e Victor Simões). Mas vamos ver como eles reagem aos treinos até quarta-feira. Preciso saber como eles vão estar. No treino, o Maicosuel fez o papel de atacante, mas lógico que ele cai mais para o meio. Mas o Leo Silva tem qualidade também para desempenhar essa função mais na frente - disse o treinador.

Elenco alvinegro volta a treinar pênaltis

Juninho e Maicosuel também praticam cobranças de faltas no Engenhão
Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Como vem acontecendo durante toda a semana de preparação para o jogo contra o Fluminense, pela semifinal da Taça Guanabara, os jogadores do Botafogo voltaram a treinar, no estádio João Havelange, neste domingo de Carnaval, cobranças de pênaltis.

Após o treino tático comandado pelo técnico Ney Franco, os jogadores foram divididos em dois grupos. Titulares de um lado, reservas do outro. Todos os jogadores cobravam três vezes seguidas. Quem errasse, como aconteceu com o zagueiro Juninho, batia mais uma vez. Se a semifinal entre Botafogo e Fluminense terminar empatada, a decisão do finalista será nas penalidades.

Por fim, o zagueiro Juninho e o meia Maicosuel ainda ficaram em campo treinando cobranças de falta. O primeiro explorava mais a força nas batidas. O segundo tentava colocar a bola no ângulo do goleiro.


Reinaldo e Victor Simões se recuperam de problemas musculares e não têm ainda a escalação garantida na semifinal da Taça Guanabara, na próxima Quarta-feira de Cinzas, contra o Fluminense, no Maracanã.

Ney Franco treina o Botafogo com três zagueiros de origem



Treinador escala o time com Juninho, Emerson e Wellington


Thiago Lavinas Rio de Janeiro

Alexandre Cassiano/O Globo
Juninho treina entre os titulares alvinegros


Com a recuperação de Juninho, o técnico Ney Franco resolveu escalar o Botafogo com três zagueiros de origem. Além do capitão, o comandante alvinegro colocou Wellington e Emerson entre os titulares durante o treino tático neste domingo de Carnaval, no estádio João Havelange.


Com isso, Leandro Guerreiro, que vinha sendo utilizado como um terceiro zagueiro, voltou a jogar no meio de campo.


Ney Franco escalou os titulares com Renan; Emerson, Juninho, Wellington, Alessandro, Fahel, Leandro Guerreiro, Leo Silva e Thiaguinho; Maicosuel e Lucas Silva. O treinador parava toda hora o trabalho para acertar a marcação, uma das preocupações de Ney Franco para o jogo contra o Fluminense, e a saída rápida para o ataque.

Durante a movimentação, o treinador também testou o meia Batista, que fez um gol no clássico contra o Flamengo, no último jogo do Botafogo, no lugar de Fahel. O time, com isso, ganhou mais velocidade na saída para o ataque.


Reinaldo e Victor Simões se recuperam de problemas musculares e não têm ainda a escalação garantida na semifinal da Taça Guanabara, na próxima Quarta-feira de Cinzas, contra o Fluminense, no Maracanã.