Total de visualizações de página

Grupo alvinegro afirma que presença da torcida determinou reação

Para atacante Victor Simões, Engenhão lotado foi atmosfera ideal para que o Botafogo pudesse sair de campo com um ponto a mais na tabela


Gustavo Rotstein
Rio de Janeiro


Felipe Dana/Agencia Estado


Victor marcou duas vezes nesta segunda-feira O Botafogo deixou o Engenhão insatisfeito com o empate por 2 a 2 com o Avaí, nesta segunda-feira. No entanto, após a partida, o grupo ressaltou que o sentimento de satisfação era grande, principalmente pela presença dos cerca de 40 mil torcedores, que representam a força que a equipe precisa na reta final do Campeonato Brasileiro, já que ainda vive sob o perigo da zona de rebaixamento.

Para o técnico Estevam Soares, que foi expulso e acompanhou o segundo tempo de uma cabine de rádio, a reação do Botafogo teve como combustível a presença em massa dos torcedores no Engenhão, algo inédito no ano de 2009. O maior público do ano até então havia sido 18.368 pagantes, no empate em 0 a 0 com o Fluminense.

- A derrota seria uma injustiça, pois mostramos maior volume de jogo e tivemos domínio quase total no primeiro tempo. Os gols desestabilizaram nossa equipe, mas ela teve brio e foi valente. Deixamos o campo aplaudido, mas também vai o nosso aplauso para os torcedores, disse o treinador, que compareceu à entrevista coletiva acompanhado do filho Murilo.


Victor Simões, um dos que fizeram as pazes com a torcida nesta segunda-feira, também creditou à força da presença do público o gás que o Botafogo teve para sair do Engenhão ao menos com um ponto conquistado.


- Ficamos surpresos com a presença dos torcedores no Engenhão, mas isso foi fundamental, pois criou uma atmosfera boa. O time se empolgou, e foi graças a isso que conseguimos igualar o placar - avaliou.