Luiz Eduardo Vaz de Miranda evita acusações e diz que fará busca interna
O broche presidencial está desaparecido
O broche presidencial está desaparecido
(Crédito: Ilustração de Mário Alberto)
Danilo Santos
RIO DE JANEIRO
Na conturbada história do broche presidencial do Botafogo, que Bebeto de Freitas teria de entregar para Mauricio Assumpção na posse, faltava uma parte envolvida importante se pronunciar: o Conselho Deliberativo do clube. O ex-mandatário disse não saber do paradeiro da joia. Até por este motivo, o presidente do Conselho evita polêmicas.
- Essa história do broche precisa ser investigada. Há uma referência de algumas pessoas dizendo que Mauro Ney Palmeiro teria colocado na lapela do Bebeto um broche. Mas ninguém tem a certeza plena, não há um registro, uma foto. Ele assinou a ata, mas não sabemos se era a joia verdadeira - levanta a hipótese Luiz Eduardo Vaz de Miranda.
Para ele, houve precipitação de setores do clube, talvez motivada por oposição a Bebeto de Freitas, em divulgar a informação. Ele quer fazer uma busca interna antes de uma reunião no próximo dia 31 que debaterá o caso.
- Falei com o Bebeto, que garante que não recebeu o broche. O que vamos fazer primeiramente é ver se está no centro de memória do clube. Não posso tomar nenhuma atitude leviana. Não apuramos o que aconteceu, então não podemos nos precipitar. Estou preocupado apenas em fazer a Justiça prevalecer - completou o presidente do Conselho, que convocará Bebeto para explicações apenas se algo for comprovado.