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Para Reinaldo, falta brilhar no Engenhão


Camisa 7 tem se destacado no Fogão, fez gol em todos os estádios, mas falta a casa alvinegra

Reinaldo confiante em marcar seu primeiro gol no Engenhão
(Crédito: Paulo Sérgio)

Danilo Santos RIO DE JANEIRO Entre em contato


Reinaldo chegou ao Botafogo como grande contratação no início do ano, ganhou a camisa 7, recebeu elogios da torcida e de ídolos como Túlio, Jairzinho e Maurício, fez gol na estreia e já tem um título: a Taça Guanabara. Tudo perfeito. Ou quase. Falta ainda brilhar no Engenhão.

Na casa alvinegra, Reinaldo, além de se machucar em jogo-treino contra o Olaria, ainda não marcou. Panorama bem diferente do que acontece nos outros estádios em que atuou pelo Botafogo (Maracanã, De Los Larios, Eduardo Guinle e Bezerrão), nos quais fez gols em todos.
Para Reinaldo, a situação, de fato, tem de ser mudada.

Recuperado de lesão na coxa direita, ele planeja colocar neste domingo seu nome na lista de jogadores que já marcaram no estádio.

– Estou bem ansioso por esse primeiro gol no Engenhão. Por enquanto, a bola teimou em não entrar, é impressionante (risos). Mas tomara que domingo isso mude – afirma.

Apesar de ser, ao longo da carreira, um jogador mais de preparação do que de conclusão, o atacante lembra que sempre se deu bem atuando em casa. Então, é o que falta para conquistar de vez os alvinegros.

– Sempre fiz gols jogando em casa pelos outros clubes. No Flamengo, fiz muito no Maracanã. No Santos, na Vila Belmiro. No São Paulo, no Morumbi. Não tem coisa melhor do que brilhar em casa, quero fazer isso agora pelo Botafogo – garante o camisa 7 alvinegro.

Apesar de ainda não estar 100% fisicamente, Reinaldo teve seu retorno comemorado por Ney Franco e também pelos companheiros. O técnico, aliás, pode ajudá-lo, já que pretende mudar um pouco a característica da equipe já amanhã.

– Ganhamos uma força ofensiva maior com Reinaldo. Teremos dois jogos em casa e, neles, vamos marcar por pressão, treinamos isso. Mudamos o posicionamento para ficarmos mais perto do gol e termos mais chances – avisa Ney Franco.