Um dos mais longos contratos de patrocínio a clubes de futebol do Brasil está prestes a ser rompido.
O desgaste entre a Petrobras e o Flamengo parece ter chegado a um ponto insustentável e o sentimento da diretoria rubro-negra é o de que o clube deve ir mesmo ao mercado, em busca de um novo patrocinador.
O tema já divide as opiniões na Gávea há mais de um ano, quando chegou-se à conclusão de que os R$ 12 milhões anuais correspondiam a menos da metade dos R$ 25 milhões estimados pelos otimistas do mercado.
E em meio às discussões para renovação de contrato com a estatal, em fevereiro de 2008, fez-se correr pelos corredores da sede boatos dando conta de que uma multinacional e um banco espanhol estariam interessados em ocupar o espaço da Petrobras, pagando algo próximo disso.
Um novo acordo com a estatal foi fechado por R$ 16,2 milhões, mas desde então a relação, já deteriorada pela inadimplência do clube com as dívidas fiscais, nunca mais foi a mesma.
Hoje, em meio à crise financeira deflagrada, em parte e justamente, por não ter condições legais de receber o valor acordado no ano passado, o Flamengo se sente na obrigação de pôr fim ao casamento e encarar o mercado atrás de um novo parceiro.
Talvez seja a saída para a construção de uma nova identidade, o ponto de partida para uma caminhada desbravadora, o marco para o tão sonhado amadurecimento administrativo.
O desgaste entre a Petrobras e o Flamengo parece ter chegado a um ponto insustentável e o sentimento da diretoria rubro-negra é o de que o clube deve ir mesmo ao mercado, em busca de um novo patrocinador.
O tema já divide as opiniões na Gávea há mais de um ano, quando chegou-se à conclusão de que os R$ 12 milhões anuais correspondiam a menos da metade dos R$ 25 milhões estimados pelos otimistas do mercado.
E em meio às discussões para renovação de contrato com a estatal, em fevereiro de 2008, fez-se correr pelos corredores da sede boatos dando conta de que uma multinacional e um banco espanhol estariam interessados em ocupar o espaço da Petrobras, pagando algo próximo disso.
Um novo acordo com a estatal foi fechado por R$ 16,2 milhões, mas desde então a relação, já deteriorada pela inadimplência do clube com as dívidas fiscais, nunca mais foi a mesma.
Hoje, em meio à crise financeira deflagrada, em parte e justamente, por não ter condições legais de receber o valor acordado no ano passado, o Flamengo se sente na obrigação de pôr fim ao casamento e encarar o mercado atrás de um novo parceiro.
Talvez seja a saída para a construção de uma nova identidade, o ponto de partida para uma caminhada desbravadora, o marco para o tão sonhado amadurecimento administrativo.