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Engenhão tem sido uma dor de cabeça para a diretoria



Estádio deveria ser uma solução para os cofres do clube, mas até agora...

Botafogo é responsável pelo Engenhão desde agosto de 2007

(Crédito: Gilvan de Souza)

LANCEPRESS!


Em agosto de 2007, após o jogos Pan-Americanos do Rio, o Botafogo venceu a licitação para ser o responsável, por 20 anos, pelo moderno estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão. Porém, o que era para ser uma solução para os cofres do clube, tem sido uma dor de cabeça.


Considerado a principal jóia da gestão do ex-presidente Bebeto de Freitas, o Engenhão poderia ter ajudado bem mais o clube.


Além de pouco arrecadar com as partidas, os gastos com o estádio são altos. O aluguel sai por R$ 30 mil e a manutenção gira por volta das R$ 400 mil mensais.


Até hoje, o Botafogo disputou 44 partidas no Engenhão. No geral, foram 585.413 pagantes, e uma arrecadação de R$ 6.822.034,50.


A inferioridade dos números fica ainda mais clara quando analisada a média de público e arrecadação. São 13.304 pagantes com R$ 155.046,00. Um valor muito abaixo se comparado aos gastos que a diretoria tem com o estádio.


Academias, bares, restaurantes, universidades, congressos, seminários, workshops, eram algumas das ideias para lucrar com a utilização do Engenhão, porém, quase nada foi feito com Bebeto de Freitas.


Vale lembrar ainda que, no ano passado, por resultado do pouco lucro que o Botafogo obtinha com o Engenhão, a diretoria chegou a ficar em débito com a prefeitura por atrasar dois meses do aluguel do estádio.