Com 55% de posse, Alvinegro levanta 20 bolas na área na decisão, mas defesa tricolor permite apenas dois cabeceios

Em busca de uma vitória por ao menos três gols de diferença, o Botafogo precisou pressionar desde o início da segunda partida da final do Campeonato Carioca. Com isso, manteve mais a bola nos pés do que o Fluminense, que havia vencido por 4 a 1 a primeira partida e voltou a ganhar, fazendo 1 a 0 e conquistando o título estadual. Os alvinegros registraram 55% de posse, mas passaram boa parte do tempo insistindo em levantamentos para a área. E aí a defesa tricolor se saiu bem.
O Botafogo levantou bola na área por 20 vezes, e apenas em duas o Fluminense não evitou o cabeceio - uma vez com Brinner e outra com Elkeson.
- A gente está muito feliz, conseguiu tirar todas as bolas e segurar o resultado, ter tranquilidade para tocar a bola e fazer o gol. O grupo está de parabéns, soube jogar com o regulamento, poupar na hora certa. Na decisão, o Fluminense mostrou que tem uma grande equipe - comemorou o defensor Gum.
O Botafogo levantou bola na área por 20 vezes, e apenas em duas o Fluminense não evitou o cabeceio - uma vez com Brinner e outra com Elkeson.
- A gente está muito feliz, conseguiu tirar todas as bolas e segurar o resultado, ter tranquilidade para tocar a bola e fazer o gol. O grupo está de parabéns, soube jogar com o regulamento, poupar na hora certa. Na decisão, o Fluminense mostrou que tem uma grande equipe - comemorou o defensor Gum.
Se o Botafogo precisava atacar desde o início, o Fluminense também soube aproveitar os espaços deixados pelo adversário. O número de finalizações mostra uma pequena superioridade alvinegra: 12 contra nove.
