Clube aposta na administração descentralizada e no acerto com um diretor para cada setor
André Casado RIO DE JANEIRO Entre em contato
Com o objetivo de fazer com que a gestão aja de maneira integrada, como propôs o presidente Maurício Assumpção, o Botafogo planejou ter um diretor remunerado para cada setor. Este terá a responsabilidade de dividir as funções com seu respectivo vice-presidente.
- O projeto é implantar um modelo empresarial, com as formas de decisão e tudo o que se enquadra em uma empresa privada. Minha função é interagir com todos os vice-presidentes, sem distinção.
É um link direto, permanente. Além disso, selecionamos os gerentes profissionais para acumular funções - explicou Sérgio Landau, gestor do fundo de investimento, cujos valores giram em torno de R$ 6 milhões, que está em processo de criação.
Na realidade, apenas o setor administrativo, liderado pelo vice Anderson Simões, ainda não conta com um diretor. No futebol, que já tinha André Silva, Anderson Barros foi o escolhido para gerenciar. Nas finanças, o nome é o de Renato Blaute, ex-Fluminense, que assume ao lado de Cláudio Good.
Por fim, o mais recente reforço é Marcelo Guimarães, novo diretor de marketing, cujas ações auxiliarão a Beto Macedo, vice-presidente de comunicação, que vibrou com o novo modelo:
- Vejo que o Botafogo está falando a mesma língua com essa nova forma de agir. O trabalho em todos os setores tem sido intenso, com reuniões sobre diversos assuntos, e praticamente 24 horas por dia. Todos participam das decisões.
As palavras de Beto foram entoadas por Sérgio Landau, que acrescentou o termo descentralização para definir o novo modelo de gestão implantado no clube.