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Fahel: 'Não podemos ser um time de índios'



Volante brinca ao explicar sua função, de organizar a defesa do Botafogo

Fahel é o ponto de equilíbrio do meio-de-campo do Botafogo

(Crédito: Paulo Sérgio)

Danilo Santos RIO DE JANEIRO Entre em contato


Titular em todos os treinos táticos e coletivos do Botafogo até o momento, Fahel goza do prestígio do técnico Ney Franco. Uma das principais razões é a forma de o volante atuar, sendo extremamente obediente na parte tática.


- Não podemos ser um time de índios, todo mundo atacar né (risos). Sou mais primeiro volante, gosto de organizar o time ali atrás. No Goiás, fazia essa função, sendo que os dois alas (Vitor e Júlio César) atacavam muito. Já estou acostumado com isso - afirmou.


Para acertar a defesa, Fahel fala muito com os companheiros. Tido por Ney Franco como um líder natural, ele vê o diálogo como a melhor forma de corrigir os erros.


- Gosto de orientar mesmo. Na minha posição, tenho de conversar com os meias e atacantes sobre a forma de marcar, até para não sobrecarregar a parte defensiva. Procuro orientar e ouvir muito os companheiros, porque é importante esse diálogo - completou.