Miguel Ângelo da Luz volta ao estádio, desta vez com representantes da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro, e mantém contato com a CBAt
GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
Pedro Ferreira, Mônica Bittencourt, Miguel Ângelo da Luz e Nelson Rocha dos Santos no Engenhão
Pedro Ferreira, Mônica Bittencourt, Miguel Ângelo da Luz e Nelson Rocha dos Santos no Engenhão
Depois de se impressionar com o Engenhão em sua primeira visita ao estádio, na última semana, o gerente de esporte amador do Botafogo, Miguel Ângelo da Luz, não perdeu tempo dentro do planejamento que traçou para reerguer as modalidades olímpicas do clube.
Depois de deixar bem clara sua intenção de fazer com que o local seja a sede das próximas edições do Meeting Internacional de Atletismo e do Troféu Brasil.
Acompanhado de representantes da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro (Farj), ele deu o primeiro passo no processo de revitalização da casa alvinegra.- O Engenhão é um patrimônio do Botafogo e um legado para a cidade.
Quero ver isso aqui invadido por crianças correndo, saltando, arremessando. Esse é o meu objetivo. Além disso, precisamos formar ídolos, exemplos para os mais jovens. Então, precisaremos também de atletas de renome - disse ao site oficial do clube.
Ao lado do dirigente alvinegro estavam o diretor técnico da Farj, Nelson Rocha dos Santos; o gestor de tecnologia da informação, Pedro Ferreira; e a secretária geral da entidade, Mônica Bittencourt. Os quatro se reuniram para discutir projetos, especialmente a viabilização do Engenhão para o atletismo, principal meta de Miguel Ângelo.
Ao lado do dirigente alvinegro estavam o diretor técnico da Farj, Nelson Rocha dos Santos; o gestor de tecnologia da informação, Pedro Ferreira; e a secretária geral da entidade, Mônica Bittencourt. Os quatro se reuniram para discutir projetos, especialmente a viabilização do Engenhão para o atletismo, principal meta de Miguel Ângelo.
Para que tudo saia do papel, o Botafogo pretende voltar a se filiar à Farj, mas deseja ir além: quer tornar-se um parceiro da Federação, utilizando o Engenhão como marco para o atletismo brasileiro e palco para competições internacionais.
Miguel Ângelo também está tomando outra frente para ver o projeto olímpico do Glorioso virar realidade: está em permanente contato com Roberto Gesta de Mello, presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Ambos se reunirão brevemente em manaus, onde tentarão levar o Meeting Internacional da Atletismo para o estádio do Botafogo.
- Precisaremos de profissionais qualificados para treinar esses garotos. Queremos entrar em parceria, como fizemos com o Roberto Gesta, que se colocou à disposição para disponibilizar os aparelhos necessários para o atletismo. E o presidente do Comitê Olímipico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, também me ligou para elogiar a iniciativa - afirmou ele, que busca também parcerias com a iniciativa privada.
Em sua segunda passagem pelo Engenhão, e mais uma vez impressionado com a quantidade de recursos e possibilidades que o local oferece, o dirigente alvinegro voltou a lembrar de outros esportes.
- Temos muito espaço no estádio e seu entorno. Esportes como lutas precisam basicamente de um tatame, assim como o tênis de mesa requer um espaço relaticamente curto onde caibam várias mesas. Tudo isso pode ser feito e praticado aqui.