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Apresentado, Juninho garante: 'Estava morrendo de saudades'



Zagueiro chega ovacionado pelo público e se diz pronto para ser capitão

Juninho voltou a vestir a camisa alvinegra
(Crédito: Júlio César Guimarães)

André Casado RIO DE JANEIRO Entre em contato


Com a pompa de principal reforço para a temporada, Juninho voltou para o Botafogo.


Cercada por uma atmosfera digna de véspera de decisão de campeonato, a apresentação do zagueiro foi acompanhada por dezenas de jornalistas e, das arquibancadas, centenas de torcedores. Para retribuir o carinho, com um sorriso no rosto, Juninho foi sincero.


- Estava morrendo de saudade disso tudo, da torcida, do clube... - resumiu.


Ainda de chinelos e uniforme de treino, o camisa 3 do Fogão recebeu do vice-presidente de futebol, André Silva, a camisa que vestirá ao longo de três temporadas. Muito amigo de Juninho, o dirigente rasgou elogios:


- É uma honra e um prazer receber esse atleta de volta, que, além de ser um grande amigo, é um excelente ser humano. Essa, na verdade, é a volta de quem não deveria ter ido, parecido com aquele filme (risos). Juninho tem muito a somar, pois é um líder, um grande jogador e uma pessoa de confiança.


A respeito da "invasão" da torcida, que excepcionalmente teve a entrada liberada no Caio Martins - a pedido de Ney Franco -, Juninho agradeceu o esforço e a surpresa positiva de ter seu nome gritado logo na primeira atividade com o grupo.


- Esse carinho é muito legal e emocionante. Sempre que me perguntavam sobre a torcida do Botafogo, eu dizia que ela era fantástica. Apesar de termos um grupo novo, ele é de qualidade e já pude perceber que todos estão empenhados em dar muitas alegrias à essa torcida - destacou.


Capitão da equipe até sair, Juninho preferiu ser cauteloso quanto a ter de volta a braçadeira. Embora lisonjeado, prefere aguardar a definição de Ney Franco.


- Ainda não conversei com Ney, mas se for novamente capitão será uma honra, já que qualquer jogador imagina ter um posto de liderança desse em um clube como o Botafogo.
Foi um ano e meio com essa braçadeira - lembrou.