Total de visualizações de página

Oswaldo de Oliveira vê lance do pênalti como decisivo

Técnico do Botafogo fala sobre repentina má fase do time, não desiste do Carioca e afirma que segue no cargo para o Brasileiro

 


As imagens de Botafogo 1 x 2 Vitória (Foto: Cleber Mendes)  
 
Ao fim do jogo, Oswaldo se voltou para a torcida para receber vaias sozinho (Foto: Cleber Mendes)
 
LANCEPRESS!
Rio de Janeiro (RJ)
 
O técnico do Botafogo, Oswaldo de Oliveira, disse, depois da eliminação do Alvinegro na Copa do Brasil para o Vitória, nesta quarta-feira, no Engenhão, que o lance que originou o pênalti contra e a expulsão de Lucas foram determinantes para o resultado negativo e a queda nas oitavas de final da competição.

- Foram duas situações atípicas. Primeiro, no escanteio, Jefferson foi impedido de sair pelo atacante 
adversário. Em seguida, acabamos perdendo um jogador naquelas circunstâncias e isso desandou o jogo completamente. Acho que o andamento da partida acabou pesando, desequilibriou nossa equipe e os jogadores não reagiram como estabelecemos - disse Oswaldo de Oliveira em entrevista coletiva.

Sobre a segunda expulsão seguida de Lucas - levou vermelho no último domingo contra o Fluminense na final do Carioca -, o técnico alvinegro adotou a conversa como método de fazer o atleta reagir e dar a volta por cima no Campeonato Brasileiro.

- Conversei rapidamente com ele. É um momento mais de reflexão do atleta, todos tentaram confortá-lo. A reação dele foi em defesa da equipe. Ninguem toma uma atitude dessa pensando em prejuízo, pelo contrario. Vamos esperar que ele se recupere psicologicamente - declarou o treinador.

Oswaldo também disse que Antônio Carlos e Fellype Gabriel não foram a campo por causa de lesões.

- O Antônio (Carlos) nós descartamos desde domingo, já que ele estava em uma sequência grande de jogos. E no caso do Fellype Gabriel, o joelho deu uma piorada e tivemos que mantê-lo fora de ação - revelou Oswaldo.

Depois de uma semana de maus resultados, Oswaldo de Oliveira destacou que isso é uma situação comum no futebol e garante que segue no comando do time alvinegro para o Campeonato Brasileiro.

- Não vou pegar meu boné e sair. No fim do jogo pus a cara para a torcida me vaiar para proteger os jogadores. Para que eles pudessem sair sem vaias direcionadas a eles. Lamentamos muito o que aconteceu. São coisas que acontecem no esporte. Temos de reunir força para reagir e mudar o rumo. A luta é para reverter qualquer estereótipo sobre o Botafogo - finalizou.