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Loco Abreu lembra gafe dos tempos de jornalista no Uruguai

Atacante levou leitores às gargalhadas com entrevista com ele mesmo após final de basquete juvenil na pequena cidade de Minas

Por GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro



Aos 14 anos de idade, o atacante Loco Abreu já era artilheiro e dava entrevistas à imprensa. Só que o entrevistador era o próprio Loco. O jogador do Botafogo e da seleção uruguaia contou, no programa "Redação Sportv" desta quarta-feira, um caso curioso, que pode ter contribuído para o fim de sua carreira no jornalismo.

Convidado aos 14 anos de idade para escrever no jornal Serrano, da pequena Minas, a 120km de distância de Montevidéu, Loco Abreu se viu numa situação inusitada quando foi pautado para cobrir uma final de basquete juvenil. O detalhe é que ele jogava basquete na época e estaria em quadra naquele jogo.

- Nosso time, o Libertad, foi campeão, e eu fui o artilheiro (cestinha) e eleito melhor jogador. Ficou muito fácil. Voltei para casa e escrevi a nota: "Sebastián, como estás?" "Estou muito bem" (risos) Só que escrevi na nota o meu nome e assinei como Sebastián Abreu. No dia seguinte, todo mundo na cidade riu - contou (veja o vídeo no topo da matéria).

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Outro motivo para risada do atacante hoje, mas que poderia ter sido um desastre, foi a cavadinha que deu ao bater o pênalti que decidiu a Taça Rio e o Campeonato Carioca para o Botafogo, na vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo. Abreu disse que escolheu o chute no meio do gol antes de correr, mas admitiu ter sofrido ao ver a bola batendo no travessão antes de entrar.

- Dei uma puladinha quando a bola bateu na trave. Pensei: "Não, pelo amor de Deus, que pegue e entre!" - lembrou, acrescentando também que, se tivesse errado, teria que continuar correndo até o vestiário para fugir da ira da torcida (veja o vídeo ao lado).

Abreu comentou ainda as condições de cada seleção para disputar a Copa do Mundo na África do Sul, na qual defenderá o Uruguai. Indagado se a seleção de seu país estava entre as favoritas ao título mundial, o atacante foi sucinto:

- Para mim, sim, mas na verdade, não.