André Silva reconhece drama atual, mas aponta dificuldades vencidas na reconstrução do elenco no início da temporada
Gustavo Rotstein
Rio de Janeiro
Gustavo Rotstein
Rio de Janeiro
A luta contra o rebaixamento era um cenário que não passava pela cabeça de um grupo formado com dificuldades e que, mesmo assim, conseguiu chegar à final do Campeonato Carioca. Mas mesmo diante da dura realidade, o Botafogo se recusa a pensar em 2009 como um ano para esquecer. Principalmente a diretoria, que assumiu o comando no início do ano e entende que muitas vitórias foram conquistadas até o momento.
O vice de futebol André Silva prefere ver a questão por um ângulo positivo. A fuga do rebaixamento pode ser o fim de um ano de transição, que permitirá ao Botafogo consolidar um trabalho mais estável em 2010. Principalmente porque provavelmente não teria de começar do zero.
- Considero 2009 um ano difícil, mas não perdido. Iniciamos a temporada com cinco jogadores profissionais e alguns juniores, mas conseguimos formar um grupo que chegou à final do Estadual, isso dentro de um orçamento reduzido. Se permanecermos na Série A e formos bem na Copa Sul-Americana, será um bom ano. Caso contrário, aí sim será um ano terrível - observou.
Segundo o dirigente, o ano positivo passa pela confiança transmitida ao técnico Estevam Soares. André Silva acredita que uma mudança no comando do Botafogo seria precipitada neste momento, apesar da urgência por resultados positivos e da falta de vitórias nas oito partidas em que comandou a equipe (seis empates e duas derrotas).
- Acredito no trabalho a longo prazo, e não a curtíssimo prazo. Não existe questionamento sobre o Estevam. Nossa vontade é de mantê-lo, no mínimo, até o fim do ano - disse.
O vice de futebol André Silva prefere ver a questão por um ângulo positivo. A fuga do rebaixamento pode ser o fim de um ano de transição, que permitirá ao Botafogo consolidar um trabalho mais estável em 2010. Principalmente porque provavelmente não teria de começar do zero.
- Considero 2009 um ano difícil, mas não perdido. Iniciamos a temporada com cinco jogadores profissionais e alguns juniores, mas conseguimos formar um grupo que chegou à final do Estadual, isso dentro de um orçamento reduzido. Se permanecermos na Série A e formos bem na Copa Sul-Americana, será um bom ano. Caso contrário, aí sim será um ano terrível - observou.
Segundo o dirigente, o ano positivo passa pela confiança transmitida ao técnico Estevam Soares. André Silva acredita que uma mudança no comando do Botafogo seria precipitada neste momento, apesar da urgência por resultados positivos e da falta de vitórias nas oito partidas em que comandou a equipe (seis empates e duas derrotas).
- Acredito no trabalho a longo prazo, e não a curtíssimo prazo. Não existe questionamento sobre o Estevam. Nossa vontade é de mantê-lo, no mínimo, até o fim do ano - disse.