
Alvinegro, ex-atacante diz que não consegue ficar longe e elogia Ney Franco
Paulinho Criciúma fez questão de dar uma força ao grupo do Fogão no Caio Martins
A exemplo do que ocorreu quando a delegação do Botafogo esteve em Florianópolis, em agosto do ano passado, o ex-atacante do clube Paulinho Criciúma fez uma visita ao treinamento realizado na tarde desta quinta-feira no Caio Martins. Observando atentamente a atividade da arquibancada, revelou que não consegue ficar muito tempo longe do Fogão.
- Quando venho ao Rio, não dá para deixar de vir ver o Botafogo em hipótese alguma. Ano passado, só pude vir em março, mas geralmente estou aqui três vezes ao ano. Quis ver de perto essas mudanças - afirmou.
Aos 47 anos, Paulinho trabalha como empresário de alguns jogadores em Santa Catarina, além de agir no ramo de seguro. Fã de Ney Franco, o ex-atacante não deixou de elogiar o comandante alvinegro pelo trabalho na montagem do grupo, que, segundo ele, é semelhante ao do título carioca de 1989, do qual participou:
- Não tínhamos estrelas, nem jogadores de muito nome, assim como hoje, mas havia o companheirismo do grupo e uma entrega muto grande. Parecia que tínhamos certeza de que não perderíamos o título. Esse time de agora pode surpreender também, mas no futebol é difícil de falar. Há grandes times que não ganham nada e modestos que dão certo.
Parado com frequência na rua, tanto de Florianópolis quanto do Rio, para receber agradecimentos, Paulinho ainda desfruta dos momentos de glória do Botafogo que marcou época, ao quebrar um jejum de 21 anos sem conquistas.