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Futura diretoria quer criar cultura do Engenhão para torcida


Vice de comunicação ressalta importância de fazer o estádio alvinegro um ponto de encontro dos botafoguenses


Gustavo Rotstein Rio de Janeiro

Gustavo Rotstein/GLOBOESPORTE.COM
Botafogo tem como objetivo atrair mais público ao Engenhão

Há quatro meses o Botafogo não consegue pagar à Prefeitura do Rio de Janeiro os R$ 36 mil relativos ao arrendamento do Engenhão. Mas a preocupação da diretoria que assume no dia 2 de janeiro é fazer do estádio uma referência para os torcedores, e assim aumentar a média de público, que em 2008 fechou em 12.015 pagantes em 36 partidas oficiais, quando a capacidade é de 40 mil pessoas.

Para Beto Macedo, futuro vice de comunicação do Botafogo, o Maracanã ainda está muito presente no hábito dos alvinegros. Por isso, a nova diretoria se empenha em criar atrativos para que o Engenhão torne-se um lugar mais identificado com a torcida.

- Precisamos aproximar o Engenhão da torcida, criar uma cultura de o torcedor freqüentá-lo. Por isso, nossa idéia é tornar essa ida ao estádio um programa. Pretendemos criar promoções, além de construir bares e restaurantes, para que o público chegue mais cedo e faça um programa de família - explica ele, que assim como os demais novos vice-presidentes, será empossado nesta quinta-feira, em General Severiano.

O dirigente lembra que o principal atrativo de público continuará sendo a equipe do Botafogo, mas ele deixa claro que o clube fará um esforço junto ao poder público para que o torcedor tenha outras motivações para ir ao Engenhão. Além disso, existe a tentativa de atrair empresas privadas. - Para um determinado público, o Engenhão fica longe.


Nossa idéia é fazer uma ação integrada com o poder público para facilitar o transporte e provar que o local é seguro. Temos um excelente estádio, e precisamos aproveitá-lo muito bem - afirma Beto Macedo.